Dermatologia veterinária · Betim/MG

Dermatologia veterinária em Betim — quando a coceira do seu pet não é só um detalhe.

Diagnóstico e tratamento de dermatite atópica, otite recorrente, alergia alimentar, sarna, pulga, queda de pelo e doenças de pele em cães, gatos e pets não convencionais. Raspado cutâneo, citologia, cultura fúngica e teste alérgico feitos na própria clínica — sem encaminhar pra outro endereço, sem dividir o cuidado.

★★★★★ 5,0 no Google · 170+ avaliações
Av. Edmeia Matos Lazzarotti, 3291 — Ingá, Betim/MG
Dr. Thiago Freitas em atendimento com três cães Golden Retriever — raça com predisposição a dermatite atópica — na Clínica Propet em Betim/MG
Dermatologia integrada Consulta + exames no mesmo dia Cães · Gatos · Pets não convencionais
O que é

Dermatologia veterinária: a especialidade de uma das queixas mais comuns na clínica.

A dermatologia veterinária é a especialidade responsável pelo diagnóstico e tratamento de doenças da pele, pelos, unhas e condutos auditivos em cães, gatos e pets não convencionais. É uma das áreas mais procuradas em clínica veterinária — porque problema de pele dói, irrita, tira o sono do pet e do tutor, e quase sempre tem mais de uma causa em jogo ao mesmo tempo.

Cobre desde quadros agudos — como uma infecção bacteriana ou uma reação alérgica pontual a um produto novo — até doenças crônicas que exigem manejo ao longo da vida, como dermatite atópica, alergia alimentar, doenças autoimunes e otites de repetição. O olhar do dermatologista veterinário é especialmente importante quando o problema volta, quando o tratamento "não dura" ou quando há mais de um sinal acontecendo ao mesmo tempo (coceira + queda de pelo + otite, por exemplo).

Na Clínica Propet, em Betim/MG, a dermatologia integra a clínica geral com os exames complementares feitos no próprio endereço — raspado cutâneo, citologia, cultura fúngica, tricograma, biópsia e testes alérgicos. Quando o caso envolve componente hormonal (hipotireoidismo, hiperadrenocorticismo, alergia alimentar), o encaminhamento integrado com endocrinologia e nutrição acontece dentro da própria clínica, sem peregrinação entre especialidades.

i

Importante: sinais dermatológicos têm múltiplas causas e o diagnóstico depende sempre de avaliação presencial e, na maioria dos casos, de exames complementares. Esta página é informativa — se desconfiar de algo na pele do seu pet, agende uma consulta antes de tentar tratamento por conta própria.

Quando suspeitar

Sinais dermatológicos que pedem consulta.

Pet que coça mais que o normal não é "manha" — é sinal clínico. Quanto antes investigar, mais simples o tratamento.

Doenças mais comuns

As 6 condições dermatológicas que mais vemos na clínica.

Diagnóstico correto na primeira consulta evita tratamento sintomático que volta em semanas.

Dermatite atópica canina

Alergia de origem genética a alérgenos ambientais (poeira, pólen, ácaros). Doença crônica, sem cura — tratamento controla os sintomas e mantém qualidade de vida.

Sinais: coceira em patas, abdômen, virilha e face; otite recorrente; pelos rosados pela saliva (cães claros). Raças predispostas: Golden, Labrador, Bulldog, Shih Tzu, Pug, West Highland.

~

Alergia alimentar

Reação imunológica a uma proteína da dieta. Diagnóstico por dieta de eliminação supervisionada por 8 a 12 semanas com proteína hidrolisada ou nova fonte proteica.

Sinais: coceira o ano todo (sem sazonalidade), otite recorrente, vômito, diarreia, gases. Dado relevante: 80% dos pets com alergia alimentar apresentam otite associada.

Otite e otite recorrente

Inflamação do conduto auditivo — externa, média ou interna. Quando volta mais de 2 vezes ao ano, quase sempre há doença de base (alergia, conformação do canal, corpo estranho).

Sinais: balança cabeça, coça orelha, secreção, mau cheiro. Conduta: citologia auricular + investigação dermatológica completa.

Ectoparasitas (pulga, carrapato, sarna)

Parasitas externos que se alimentam de sangue ou tecido e podem desencadear reações alérgicas intensas — em especial a Dermatite Alérgica à Picada de Pulga (DAPP).

Tipos: pulga, carrapato, sarna sarcóptica (escabiose), sarna demodécica (sarna negra), ácaros, piolhos. Importante: uma única picada de pulga em pet sensibilizado já causa crise.

Infecções bacterianas e fúngicas

Pioderma (infecção bacteriana), Malassezia (infecção por levedura), dermatofitose (micose). Muitas vezes secundárias a outra causa — alergia, hormonal ou imunológica.

Diagnóstico: citologia (rápida, na clínica), cultura fúngica (definitiva pra micose). Conduta: tratar a infecção e investigar a causa primária pra evitar recidiva.

Doenças autoimunes

Casos em que o sistema imune do próprio pet ataca a pele. Mais raras, mas importantes — exigem biópsia pra diagnóstico e tratamento imunossupressor controlado.

Exemplos: pênfigo foliáceo, lúpus discóide, complexo granuloma eosinofílico (em gatos). Sinais: feridas crostosas em face, focinho, almofadinhas, pavilhão auricular.

Como diagnosticamos

Exames dermatológicos feitos na própria clínica.

Diagnóstico preciso na primeira consulta — sem precisar levar amostra pra laboratório de fora.

Diagnóstico parasitário

Raspado cutâneo

Coleta de material superficial e profundo da pele pra identificação de sarna sarcóptica, sarna demodécica e outros ácaros sob microscopia. É o exame de escolha pra qualquer suspeita de parasitose dermatológica.

Quando indicar: queda de pelo localizada, lesões com crostas, coceira intensa, suspeita de sarna.

Investigação rápida

Citologia cutânea e auricular

Coleta com fita ou swab e análise microscópica imediata. Identifica bactérias, leveduras (Malassezia), fungos e células inflamatórias. Essencial pra otite e infecções de pele — direciona o antibiótico ou antifúngico correto.

Quando indicar: otite, lesão inflamada, suspeita de Malassezia, qualquer feridinha que não cicatriza.

Diagnóstico definitivo

Cultura fúngica e antifungigrama

Confirma dermatofitose (micose) e identifica o fungo específico envolvido. Importante porque algumas micoses são zoonose (transmissíveis pra humanos) — diagnóstico correto orienta cuidado também na família.

Quando indicar: lesão circular típica, queda de pelo em placas, suspeita de transmissão pra pessoas em casa.

Casos crônicos e complexos

Biópsia + testes alérgicos

Biópsia pra confirmar doenças autoimunes, neoplasias cutâneas e dermatoses raras. Testes alérgicos (intradérmico ou sorológico) pra identificar alérgenos específicos em casos selecionados de dermatite atópica, orientando imunoterapia alérgeno-específica.

Quando indicar: dermatite atópica resistente, suspeita de doença autoimune, lesão atípica ou de evolução suspeita.

Pet coçando há semanas?
Tratamento sintomático não resolve — investigação dermatológica resolve.

Equipe da própria clínica responde no WhatsApp em minutos, dentro do horário de atendimento.

Por que escolher a Propet

Dermatologia integrada — diagnóstico, exames e tratamento sem peregrinar.

01

Exames dermatológicos no próprio endereço

Raspado, citologia, cultura fúngica e tricograma feitos e analisados na clínica — sem terceirizar.

02

Integração com endocrinologia e nutrição

Casos crônicos costumam envolver componente hormonal ou alimentar. Encaminhamento direto, sem repetir histórico.

03

Atendimento a pets não convencionais

Dermatologia em coelhos, aves e répteis com veterinário pós-graduado em silvestres e exóticos.

04

Acompanhamento de longo prazo

Dermatite atópica e alergia alimentar exigem manejo crônico. Acompanhamento via WhatsApp pra ajuste de protocolo.

05

Laserterapia complementar

Disponível pra casos de cicatrização lenta, otite externa e dermatites com componente inflamatório intenso.

06

5,0★ no Google · 170+ avaliações

Referência regional em medicina veterinária em Betim, Contagem, BH e região metropolitana.

Quem atende

Equipe veterinária responsável pelo cuidado dermatológico do seu pet.

Dr. Thiago Freitas Ferreira — sócio da Clínica Propet em Betim/MG Dr. Luciano Saraiva Gonçalves — sócio da Clínica Propet em Betim/MG
Dr. Thiago Freitas Ferreira (CRMV-MG 24669) e Dr. Luciano Saraiva Gonçalves (CRMV-MG 9915)

Sócios da Clínica Propet, formados pela PUC Minas — campus Betim. Conduzem o atendimento clínico geral e integram a clínica com a equipe técnica especializada. Profissional com pós-graduação em dermatologia veterinária integra a equipe pra condução de casos crônicos, recorrentes e de maior complexidade.

+ Equipe com profissionais pós-graduados em cardiologia, dermatologia, oftalmologia, ortopedia e demais áreas.
Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre dermatologia veterinária.

Por que meu cachorro coça tanto?

Coceira persistente em cachorro tem várias causas possíveis: dermatite atópica (alergia ambiental a poeira, pólen e ácaros), alergia alimentar, dermatite alérgica à picada de pulga (DAPP), sarna, infecção bacteriana (pioderma), infecção fúngica (Malassezia, micose) ou doenças autoimunes. O diagnóstico exige consulta dermatológica com exame físico e exames complementares — raspado cutâneo, citologia e, em alguns casos, biópsia ou teste alérgico.

Meu cachorro está perdendo pelo. É normal?

Queda de pelo discreta e simétrica (troca de pelagem) é fisiológica. Mas queda em áreas localizadas, com vermelhidão, feridas, descamação ou coceira é sinal de doença dermatológica — pode ser alopecia hormonal (problema de tireoide ou cortisol), demodicose (sarna negra), dermatofitose (micose), dermatite atópica ou efeito secundário de infecção. Consulta com veterinário dermatologista define a causa.

Otite em cachorro tem cura?

Otite aguda (primeiro episódio) costuma responder bem ao tratamento tópico e sistêmico em 1 a 3 semanas. Otite crônica ou recorrente, no entanto, quase sempre tem uma causa de base não tratada — em 55% a 80% dos casos a otite está associada a dermatite atópica ou alergia alimentar. Sem identificar e controlar a causa primária, a otite retorna. Por isso, otites de repetição pedem investigação dermatológica completa, não apenas tratamento do sintoma.

Dermatite atópica em cachorro tem cura?

Não. A dermatite atópica canina é uma doença crônica com base genética — o pet nasce com predisposição a reagir excessivamente a alérgenos ambientais. O tratamento controla os sintomas e mantém o pet confortável e com qualidade de vida, mas exige acompanhamento contínuo. Pode incluir medicação oral, shampoos terapêuticos, dieta hipoalergênica, controle ambiental e, em alguns casos, imunoterapia alérgeno-específica.

Como saber se meu pet tem alergia alimentar?

Suspeita-se de alergia alimentar quando há coceira persistente o ano todo (sem sazonalidade), otite recorrente, alterações gastrointestinais associadas (vômito, diarreia, gases) ou quando outros diagnósticos foram descartados. O diagnóstico é feito com dieta de eliminação supervisionada: troca da alimentação por 8 a 12 semanas usando proteína hidrolisada ou nova fonte proteica. Após melhora, reintroduzir o alimento original confirma o diagnóstico.

Gato também tem dermatite e alergia?

Sim. Gatos podem apresentar dermatite atópica felina, alergia alimentar, dermatite alérgica à pulga (a mais comum) e doenças dermatológicas específicas como complexo granuloma eosinofílico, acne felina e dermatofitose. Os sinais incluem lambedura excessiva (alopecia por lambedura), coceira, feridas no pescoço e abdômen, e formação de bolas de pelo aumentadas pela ingestão durante a higiene.

Quanto tempo dura o tratamento dermatológico?

Depende da doença. Infecções agudas (pioderma, otite externa, sarna sarcóptica) resolvem em 2 a 6 semanas com tratamento adequado. Doenças crônicas como dermatite atópica e alergia alimentar exigem acompanhamento ao longo da vida — com fases de remissão e eventual crise sazonal. Em todos os casos, o retorno periódico (a cada 4 a 8 semanas no início) é fundamental pra ajustar a medicação.

Quais exames são feitos numa consulta dermatológica veterinária?

Dependendo do caso: raspado cutâneo (identifica sarna, demodicose), citologia (detecta bactérias, fungos, leveduras e células inflamatórias), cultura fúngica (confirma dermatofitose), tricograma (avalia pelos e folículos), biópsia de pele (em casos de doenças autoimunes ou suspeita de neoplasia) e testes alérgicos (intradérmico ou sorológico). Na Clínica Propet a coleta é feita na própria clínica, sem encaminhar pra fora.

Pets não convencionais também têm problemas de pele?

Sim, e com frequência. Coelhos podem apresentar dermatofitose, ácaros (Cheyletiella) e dermatite úmida. Aves desenvolvem picagem de penas (causa multifatorial), aspergilose e dermatites. Répteis têm problemas de muda (disecdise), dermatites bacterianas e fúngicas. A Clínica Propet atende dermatologia em pets não convencionais com a mesma estrutura e protocolo de cães e gatos.

Onde estamos

Clínica Propet — Betim/MG

Av. Edmeia Matos Lazzarotti, 3291 — Ingá. Estacionamento ao redor, fácil acesso pra Contagem, BH e região.

Atendimento dermatológico

Agende com a equipe.

Resposta no WhatsApp dentro do horário de atendimento — quem responde é equipe da própria clínica, não chatbot.

Seg–sex
8h às 20h
Sábado
8h às 13h
Domingo
Plantão por contato
Endereço
Av. Edmeia Matos Lazzarotti, 3291
Ingá · Betim/MG · CEP 32604-555