Endocrinologia veterinária · Betim/MG

Endocrinologia veterinária em Betim — quando o problema do seu pet é hormonal, não comportamento.

Diagnóstico e tratamento de diabetes, doença de Cushing, hipotireoidismo, hipertireoidismo, doença de Addison e obesidade em cães e gatos. Curva glicêmica, perfil hormonal, testes dinâmicos e ultrassom abdominal feitos no próprio endereço em Betim, Contagem, BH e região.

★★★★★ 5,0 no Google · 170+ avaliações
Av. Edmeia Matos Lazzarotti, 3291 — Ingá, Betim/MG
Dr. Luciano Saraiva em consulta com dois cães adultos no consultório da Clínica Propet em Betim/MG
Diagnóstico endócrino integrado Curva glicêmica · Perfil hormonal · US abdominal Cães · Gatos · Pets idosos e adultos
O que é

Endocrinologia veterinária: quando o sintoma parece um, mas o problema é outro.

A endocrinologia veterinária é a especialidade que cuida das glândulas e hormônios em cães e gatos — pâncreas, tireoide, adrenais, paratireoides e suas alterações de produção. É uma das áreas mais desafiadoras da clínica porque os sinais das doenças endócrinas são inespecíficos: o pet bebe mais água, urina mais, come mais (ou come menos), engorda, emagrece, perde pelo, fica letárgico. Tudo isso parece envelhecimento, comportamento ou alimentação errada — quando, na verdade, é um hormônio fora do lugar.

As doenças endócrinas mais comuns na rotina clínica são diabetes mellitus, hipotireoidismo (em cães), hipertireoidismo (em gatos idosos), doença de Cushing (hiperadrenocorticismo), doença de Addison (hipoadrenocorticismo) e obesidade. Cada uma exige exames específicos pra diagnóstico — não basta um exame de sangue padrão. Em muitos casos, são necessários testes dinâmicos (estimulação ou supressão hormonal) e ultrassom abdominal pra avaliar adrenais e órgãos correlatos.

Na Clínica Propet, em Betim/MG, a endocrinologia integra a clínica geral com o laboratório, o ultrassom e a internação climatizada no próprio endereço — o que permite fazer curva glicêmica de 12 a 24h sem deslocar o pet entre clínicas. Casos com componente dermatológico (queda de pelo simétrica, pelagem ralha), cardiológico (tireotoxicose afeta o coração) ou nutricional (obesidade) ganham atendimento integrado com as demais especialidades.

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Importante: sinais endócrinos imitam doenças renais, hepáticas, comportamentais e do envelhecimento normal. O diagnóstico depende de exame físico, exames laboratoriais específicos e, com frequência, testes hormonais dinâmicos. Esta página é informativa — se desconfiar de qualquer sinal abaixo no seu pet, agende consulta.

Quando suspeitar

Sinais que podem indicar doença endócrina no seu pet.

Sinais hormonais costumam ser sutis e progressivos — não apareceram do nada, foram aparecendo. Ainda dá tempo de tratar bem.

Doenças mais comuns

As 6 doenças endócrinas que mais vemos na clínica.

Cada uma tem sinais que parecem outras coisas — o diagnóstico endócrino exige exame específico, não só de rotina.

Diabetes mellitus

Deficiência ou resistência à insulina — açúcar não entra nas células e sobe no sangue. Em cães é tipo 1 (insulino-dependente). Em gatos costuma ser tipo 2 e pode entrar em remissão com tratamento precoce.

Sinais: bebe muita água, urina muito, come muito, emagrece. Tratamento: insulina a cada 12h, dieta específica, monitoramento de glicose, retornos periódicos.

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Hipotireoidismo (cães)

Diminuição da produção do hormônio tireoidiano. Comum em cães adultos de raças médias e grandes — Golden Retriever, Labrador, Dobermann, Boxer, Cocker Spaniel.

Sinais: ganho de peso sem comer mais, letargia, intolerância ao frio, pelagem opaca, queda de pelo simétrica, pele seca. Tratamento: reposição hormonal oral diária ao longo da vida.

Hipertireoidismo (gatos idosos)

Excesso de hormônio tireoidiano — doença endócrina mais comum em gatos com mais de 8 anos. Acelera o metabolismo e impacta coração e rins.

Sinais: emagrece comendo bastante, agitação, taquicardia, vômito, pelagem ruim, sede e urina aumentadas. Tratamento: medicação oral, dieta específica ou outras opções terapêuticas.

Doença de Cushing (hiperadrenocorticismo)

Excesso de produção de cortisol pelas adrenais. Comum em cães adultos e idosos, especialmente Poodle, Yorkshire, Shih Tzu, Maltês, Dachshund e SRD entre 8 e 12 anos.

Sinais: aumento da sede, urina e fome, abdômen pendular, queda de pelo simétrica, pele fina, fraqueza muscular, recidiva de infecções. Diagnóstico: testes dinâmicos hormonais + ultrassom de adrenais.

Doença de Addison (hipoadrenocorticismo)

Insuficiência das glândulas adrenais — produção insuficiente de cortisol e aldosterona. Mais rara, mas potencialmente grave. Crise addisoniana é emergência.

Sinais: vômito intermitente, diarreia, letargia, fraqueza, perda de peso, episódios de colapso. Diagnóstico: teste de estimulação com ACTH. Tratamento contínuo com mineralocorticoides e glicocorticoides.

Obesidade

Considerada doença metabólica crônica — não apenas excesso de peso. Predispõe a diabetes, osteoartrose, doenças cardíacas e reduz a expectativa de vida do pet em 1,5 a 2 anos.

Conduta: plano alimentar individualizado, retorno de peso quinzenal, exercício gradual, investigação de causas hormonais associadas (hipotireoidismo, Cushing).

Como diagnosticamos

Exames endocrinológicos feitos no próprio endereço.

Doença endócrina exige exame específico. Diagnóstico baseado só em hemograma de rotina costuma falhar.

Diagnóstico de diabetes

Glicemia e curva glicêmica

Glicemia em jejum identifica o quadro. A curva glicêmica (medições seriadas ao longo de 12 a 24h) define a dose correta de insulina pra cada pet. Frutosamina avalia o controle glicêmico das últimas 2 a 3 semanas. Tudo feito na clínica, sem deslocar o pet entre laboratórios.

Quando indicar: suspeita de diabetes, ajuste de insulina, acompanhamento de pet diabético.

Avaliação da tireoide

Perfil tireoidiano (T4, T4 livre, TSH)

Dosagem dos hormônios tireoidianos pra diagnóstico de hipotireoidismo em cães e hipertireoidismo em gatos. Em casos selecionados, perfil completo com T4 livre por diálise e TSH canino. A interpretação leva em conta idade, raça e quadro clínico — nem sempre T4 baixo é hipotireoidismo.

Quando indicar: ganho ou perda de peso inexplicada, queda de pelo simétrica, letargia, gato idoso emagrecendo.

Adrenais — Cushing e Addison

Testes dinâmicos (supressão e estimulação)

Teste de supressão com dexametasona em dose baixa pra diagnóstico de Cushing. Teste de estimulação com ACTH pra diagnóstico de Addison e diferenciação de Cushing. Cortisol basal sozinho não fecha diagnóstico — os testes dinâmicos são o padrão-ouro.

Quando indicar: suspeita de Cushing (barriga pendular, queda de pelo, sede aumentada) ou Addison (vômito recorrente, fraqueza, colapso).

Imagem complementar

Ultrassom abdominal

Avalia adrenais, fígado e pâncreas. Identifica aumento adrenal (Cushing), atrofia adrenal (Addison), nódulos adrenais, alterações pancreáticas associadas a diabetes e infiltração hepática. Feito com hora marcada na própria clínica, com ultrassonografista da equipe.

Quando indicar: investigação completa de doença endócrina, suspeita de neoplasia adrenal, acompanhamento de Cushing.

Pet idoso "mudou" e o veterinário diz que é da idade?
Vale uma segunda opinião endócrina.

Sede, fome, letargia e queda de pelo costumam parecer envelhecimento — mas frequentemente são hormonais e tratáveis.

Por que escolher a Propet

Endocrinologia integrada — diagnóstico, curva glicêmica e ultrassom em um endereço só.

01

Curva glicêmica feita na clínica

Pet diabético passa o dia com monitoramento programado — sem precisar levar e buscar entre clínica e laboratório.

02

Ultrassom abdominal com hora marcada

Avaliação de adrenais, fígado e pâncreas feita por ultrassonografista da equipe, com laudo no mesmo dia.

03

Integração com dermatologia e cardiologia

Doenças endócrinas afetam pele (queda de pelo), coração (hipertireoidismo) e nutrição. Encaminhamento direto, sem refazer histórico.

04

Internação climatizada pra curva ou crise

Pet diabético descompensado (cetoacidose) ou crise addisoniana recebe suporte com fluidoterapia e monitoramento contínuo.

05

Acompanhamento de longo prazo

Doenças endócrinas são crônicas. Retornos protocolados, ajuste de dose por WhatsApp, manejo domiciliar orientado passo a passo.

06

5,0★ no Google · 170+ avaliações

Referência regional em medicina veterinária em Betim, Contagem, BH e região metropolitana.

Quem atende

Equipe veterinária responsável pelo cuidado endocrinológico do seu pet.

Dr. Thiago Freitas Ferreira — sócio da Clínica Propet em Betim/MG Dr. Luciano Saraiva Gonçalves — sócio da Clínica Propet em Betim/MG
Dr. Thiago Freitas Ferreira (CRMV-MG 24669) e Dr. Luciano Saraiva Gonçalves (CRMV-MG 9915)

Sócios da Clínica Propet, formados pela PUC Minas — campus Betim. Conduzem o atendimento clínico geral e cirúrgico, e contam com profissional pós-graduado em endocrinologia veterinária integrando a equipe pra condução de casos crônicos e investigação hormonal complexa.

+ Equipe com profissionais pós-graduados em cardiologia, dermatologia, oftalmologia, ortopedia e demais áreas.
Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre endocrinologia veterinária.

Meu cachorro está bebendo muita água. Pode ser problema hormonal?

Sim, é um dos sinais mais comuns de doença endócrina. Aumento da sede (polidipsia) e aumento da urina (poliúria) aparecem em diabetes mellitus, doença de Cushing (hiperadrenocorticismo), hipertireoidismo (em gatos), insuficiência renal e diabetes insípido. O diagnóstico exige consulta com exame físico, exames laboratoriais (glicemia, perfil hormonal) e, em alguns casos, ultrassom abdominal.

Cachorro pode ter diabetes?

Sim. Diabetes mellitus é uma das doenças endócrinas mais comuns em cães, especialmente em adultos e idosos. Costuma ser do tipo 1 (insulino-dependente) e exige aplicação de insulina a cada 12h, dieta específica, monitoramento de glicose em casa e acompanhamento veterinário regular. Os sinais clássicos são: aumento da sede, aumento da urina, aumento da fome e perda de peso apesar de comer bem.

Diabetes em pet tem cura?

Em cães, diabetes mellitus tipo 1 não tem cura — exige tratamento com insulina ao longo da vida. Em gatos, parte dos casos é tipo 2 e pode entrar em remissão (não precisar mais de insulina) quando o tratamento é precoce e a dieta é controlada. O acompanhamento veterinário com curva glicêmica periódica é essencial pra ajuste do protocolo e prevenção de complicações como cetoacidose diabética.

O que é doença de Cushing em cachorro?

Doença de Cushing (hiperadrenocorticismo) é a produção excessiva de cortisol pelas glândulas adrenais. Mais comum em cães adultos de 8 a 12 anos e em raças como Poodle, Yorkshire, Shih Tzu, Dachshund, Maltês e SRD. Os sinais incluem aumento da sede e urina, fome excessiva, abdômen pendular (barriga estufada), queda de pelo simétrica, atrofia muscular e pele fina. Diagnóstico por exames hormonais específicos (testes de supressão ou estimulação) e ultrassom das adrenais.

Meu gato está emagrecendo, mas come muito. Pode ser tireoide?

Sim. Esse é o quadro clássico de hipertireoidismo felino — doença endócrina mais comum em gatos idosos (acima de 8 anos). O gato come bastante, mas continua emagrecendo, fica mais agitado, vomita com frequência e pode apresentar taquicardia. O diagnóstico é feito pela dosagem do hormônio T4 e o tratamento varia (medicação oral, dieta específica ou outras opções). Recomendamos check-up endócrino anual em gatos idosos.

Hipotireoidismo em cachorro tem tratamento?

Sim, e o tratamento é eficaz. O hipotireoidismo canino é a diminuição da produção de hormônio tireoidiano, comum em cães adultos e em raças como Golden Retriever, Labrador, Dobermann e Boxer. Os sinais incluem ganho de peso sem comer mais, letargia, intolerância ao frio, queda de pelo, pele seca e pelagem opaca. O tratamento é com reposição hormonal oral diária ao longo da vida, com bom controle da doença e qualidade de vida preservada.

Quais exames são feitos numa consulta de endocrinologia veterinária?

Os exames variam conforme a suspeita: glicemia em jejum e curva glicêmica (diabetes), frutosamina, T4 total e T4 livre (tireoide), cortisol basal, testes de supressão com dexametasona ou estimulação com ACTH (Cushing/Addison), bioquímico completo, urinálise e ultrassom abdominal pra avaliar adrenais, fígado e pâncreas. Na Clínica Propet a coleta e o ultrassom são feitos no próprio endereço.

Obesidade em pet é mesmo um problema médico?

Sim, e é uma das doenças endócrinas e metabólicas mais subestimadas. Pets obesos têm maior risco de diabetes, osteoartrose, doença cardíaca, problemas respiratórios, dermatites e expectativa de vida reduzida. O tratamento envolve plano alimentar individualizado, exercício gradual, acompanhamento de peso e — em casos selecionados — investigação de causas hormonais (hipotireoidismo, Cushing). Não é só estética: é saúde.

Pet com diabetes precisa de internação?

Não para o tratamento de manutenção (que é feito em casa pelo tutor após orientação). Mas a fase inicial costuma exigir uma curva glicêmica de 12 a 24h pra definir a dose correta de insulina — feita na própria clínica em ambiente climatizado. Em quadros descompensados (cetoacidose diabética), a internação com fluidoterapia e ajuste hormonal é necessária e disponível na Propet.

Onde estamos

Clínica Propet — Betim/MG

Av. Edmeia Matos Lazzarotti, 3291 — Ingá. Estacionamento ao redor, fácil acesso pra Contagem, BH e região.

Atendimento endocrinológico

Agende com a equipe.

Resposta no WhatsApp dentro do horário de atendimento — quem responde é equipe da própria clínica, não chatbot.

Seg–sex
8h às 20h
Sábado
8h às 13h
Domingo
Plantão por contato
Endereço
Av. Edmeia Matos Lazzarotti, 3291
Ingá · Betim/MG · CEP 32604-555