Odontologia veterinária · Betim/MG

Odontologia veterinária em Betim — prevenção, limpeza e cirurgia oral para cães e gatos no mesmo endereço.

Profilaxia dentária com ultrassom, tratamento de doença periodontal, gengivite, fratura dentária, retenção de dentes decíduos, tumores orais e extração dentária em cães e gatos. Bloco cirúrgico completo com anestesia inalatória no próprio endereço em Betim, Contagem, BH e região.

★★★★★ 5,0 no Google · 170+ avaliações
Av. Edmeia Matos Lazzarotti, 3291 — Ingá, Betim/MG
Avaliação odontológica veterinária em cão na Clínica Propet em Betim/MG
Odontologia com bloco cirúrgico próprio Profilaxia · Extração · Cirurgia oral · Radiografia Cães · Gatos · Todas as idades
O que é

Odontologia veterinária: a especialidade que cuida da boca — e protege coração, rins e fígado.

A odontologia veterinária é a especialidade que cuida da saúde oral de cães e gatos — diagnóstico, prevenção e tratamento de doenças que afetam dentes, gengiva, osso alveolar, palato e mucosa oral. É uma área que vai muito além da estética: a cavidade oral é uma porta de entrada para bactérias que, ao atingirem a corrente sanguínea, podem comprometer coração, rins, fígado e articulações. A doença periodontal é a enfermidade mais comum na clínica veterinária de pequenos animais — afeta cerca de 80% dos cães e 70% dos gatos acima de 3 anos de idade.

Os problemas orais mais frequentes na rotina clínica incluem acúmulo de tártaro e placa bacteriana, gengivite, doença periodontal em seus diferentes graus (de inflamação gengival reversível até perda óssea com mobilidade dentária), fraturas dentárias por trauma ou hábito de roer objetos duros, retenção de dentes decíduos (dentes de leite que não caem e prejudicam a oclusão), má oclusão, fístula oronasal, estomatite felina (inflamação grave e dolorosa da mucosa oral em gatos), e tumores orais benignos e malignos como epúlides, melanoma e carcinoma de células escamosas.

Na Clínica Propet, em Betim/MG, a odontologia veterinária funciona com bloco cirúrgico completo e anestesia inalatória no próprio endereço. A avaliação começa com exame clínico detalhado da cavidade oral, e quando o caso exige intervenção — profilaxia, extração, cirurgia periodontal ou remoção de tumor — o pet é encaminhado ao bloco na mesma estrutura, sem precisar ir a outro local. Quando a doença oral tem componente sistêmico (bacteremia com comprometimento cardíaco ou renal), o encaminhamento integrado com cardiologia, nefrologia ou oncologia acontece dentro da mesma clínica.

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Importante: dor de dente em pets é silenciosa — a maioria continua comendo mesmo com doença oral avançada. Mau hálito persistente, gengiva vermelha e sangramento gengival não são normais. Esta página é informativa — se observar qualquer sinal abaixo no seu pet, agende avaliação.

Quando suspeitar

Sinais de que a boca do seu pet precisa de avaliação veterinária.

Pets raramente param de comer por causa de dor dental — eles mudam a forma de comer. Mastigar só de um lado, deixar ração cair da boca e preferir alimento mole são sinais que passam despercebidos.

Doenças mais comuns

As 6 condições orais que mais diagnosticamos na clínica.

Doença periodontal em pet não é questão de estética — é doença infecciosa que pode afetar coração, rins e fígado. Quanto mais cedo o diagnóstico, mais dentes se preservam e menos complicações sistêmicas aparecem.

Doença periodontal

É a doença oral mais prevalente em cães e gatos — afeta cerca de 80% dos cães e 70% dos gatos acima de 3 anos. Começa com placa bacteriana invisível, que mineraliza em tártaro e provoca inflamação gengival (gengivite). Sem tratamento, progride para periodontite: destruição do osso alveolar, retração gengival, mobilidade dentária e perda de dentes. Raças pequenas (Yorkshire, Poodle, Maltês, Lhasa Apso, Shih Tzu) e gatos idosos são os mais afetados. A doença periodontal avançada permite que bactérias orais entrem na corrente sanguínea e atinjam coração (endocardite), rins (glomerulonefrite) e fígado (hepatite).

Sinais: mau hálito, gengiva vermelha, tártaro visível, sangramento gengival, dificuldade de mastigar. Diagnóstico: exame oral com sondagem periodontal (sob sedação), radiografia dental para avaliar perda óssea. Tratamento: profilaxia com ultrassom, polimento, raspagem subgengival e, em casos avançados, extração dos dentes comprometidos.

Fratura dentária

Quebra de dente por trauma (queda, briga, atropelamento) ou por hábito de roer objetos duros — ossos cozidos, cascos bovinos, chifres, pedras e brinquedos de nylon rígido são as causas mais comuns. O dente mais fraturado em cães é o quarto pré-molar superior (dente carniceiro). Quando a fratura expõe a polpa dentária (tecido vivo com nervo e vaso sanguíneo), causa dor intensa e infecção que pode evoluir para abscesso periapical.

Sinais: dente com ponto rosa ou escuro visível, inchaço abaixo do olho (abscesso do carniceiro), dor ao mastigar daquele lado, dente com mobilidade ou fragmento solto. Tratamento: extração ou, quando viável, tratamento endodôntico (canal) para preservar o dente. Dente fraturado nunca deve ser ignorado — mesmo sem sinais evidentes de dor, a polpa exposta se contamina.

Retenção de dentes decíduos (persistência de dente de leite)

Os dentes de leite em cães e gatos devem cair naturalmente entre 4 e 6 meses de idade, conforme os dentes permanentes nascem. Quando o dente decíduo não cai e permanece ao lado do permanente, ocorre má oclusão, acúmulo acelerado de placa bacteriana entre os dois dentes, doença periodontal precoce e desvio do dente permanente. Raças miniatura e braquicefálicas (Yorkshire, Maltês, Chihuahua, Pug, Buldogue) são as mais predispostas.

Sinais: dois dentes "lado a lado" na mesma posição (mais visível nos caninos superiores), dificuldade de oclusão, mau hálito precoce em filhote. Conduta: extração cirúrgica do dente decíduo retido, preferencialmente antes dos 9 meses de idade, sob anestesia geral — quanto antes, menor o dano ao dente permanente.

Gengivoestomatite crônica felina (estomatite felina)

Inflamação grave, crônica e extremamente dolorosa da mucosa oral e gengiva em gatos. A causa exata é multifatorial — envolve resposta imunológica exacerbada à placa bacteriana, frequentemente associada a infecção por calicivírus felino (FCV). Gatos com estomatite apresentam dor oral intensa que pode levar a inapetência completa, perda de peso e deterioração rápida do estado geral.

Sinais: baba espessa (às vezes com sangue), recusa de alimento, dor ao abrir a boca, pata na boca, perda de peso, gengiva intensamente vermelha e ulcerada atingindo a região caudal da boca. Tratamento: em muitos casos, a extração total ou subtotal dos dentes (exodontia radical) é o tratamento mais eficaz — alivia a dor e permite que o gato volte a comer. Associado a manejo medicamentoso e acompanhamento de longo prazo.

Tumores orais

Neoplasias da cavidade oral representam o quarto tipo de câncer mais comum em cães. Os mais frequentes são melanoma maligno oral (agressivo, comum em cães de mucosa pigmentada), carcinoma de células escamosas (comum em gatos, frequentemente na gengiva ou sublingual), fibrossarcoma e epúlides (tumores gengivais, geralmente benignos). O diagnóstico precoce muda o prognóstico — massas orais que crescem rápido, sangram ou interferem na alimentação precisam de biópsia.

Sinais: massa visível na gengiva, palato ou língua, sangramento oral espontâneo, dificuldade de mastigar ou engolir, mau hálito intenso, salivação com sangue, perda de dentes sem causa periodontal aparente. Diagnóstico: biópsia incisional sob sedação, radiografia para avaliar invasão óssea. Conduta: a abordagem depende do tipo e estadiamento — pode envolver cirurgia oral, encaminhamento para oncologia ou combinação de tratamentos.

Fístula oronasal

Comunicação anormal entre a cavidade oral e a cavidade nasal, causada por doença periodontal avançada que destrói o osso alveolar dos dentes superiores (especialmente caninos), fratura de palato ou complicação pós-extração. Quando há fístula, alimento e bactérias passam da boca para o nariz, causando rinite crônica unilateral com espirros, secreção nasal e, em casos graves, pneumonia por aspiração.

Sinais: espirros frequentes (geralmente de um lado só), secreção nasal purulenta ou sanguinolenta unilateral, mau hálito, dificuldade para comer. Diagnóstico: exame oral sob sedação com sonda periodontal, radiografia dental. Tratamento: cirúrgico — fechamento da fístula com retalho de mucosa oral, associado a tratamento periodontal ou extração do dente causador.

Como tratamos

Procedimentos odontológicos realizados no bloco cirúrgico da própria clínica.

Todo procedimento odontológico em pet exige anestesia geral — é o que permite avaliação completa, segurança e ausência total de dor. Limpeza dental sem anestesia não é odontologia: é cosmética que ignora o que está abaixo da gengiva.

Prevenção

Profilaxia dentária com ultrassom e polimento

A profilaxia é o procedimento mais realizado na odontologia veterinária. Sob anestesia geral inalatória, o tártaro supra e subgengival é removido com ultrassom odontológico, seguido de polimento com pasta profilática para alisar a superfície do esmalte e retardar a readerência de placa. Inclui sondagem periodontal de cada dente (para medir profundidade de bolsa e detectar doença periodontal oculta) e avaliação visual completa de toda a cavidade oral. Quando a sondagem revela dentes com perda óssea avançada, a profilaxia é complementada com extração no mesmo procedimento anestésico.

Quando indicar: tártaro visível, mau hálito, gengiva vermelha, sangramento gengival, check-up oral anual em raças predispostas (Yorkshire, Poodle, Maltês, Shih Tzu), gatos idosos.

Cirurgia oral

Extração dentária (exodontia)

Remoção cirúrgica de dentes comprometidos por doença periodontal avançada (mobilidade grau 3, perda óssea superior a 50%), fratura com exposição pulpar, abscesso periapical, retenção de decíduo ou indicação por estomatite felina. Realizada sob anestesia geral no bloco cirúrgico, com técnica aberta (retalho mucoperiosteal) quando necessário para extração atraumática e fechamento adequado do alvéolo. Dentes multirradiculares (molares, pré-molares) podem exigir seccionamento antes da extração.

Quando indicar: dente com mobilidade severa, dente fraturado com polpa exposta (quando tratamento endodôntico não é viável), abscesso dentário, dente decíduo retido, estomatite felina refratária ao tratamento clínico.

Periodontia

Cirurgia periodontal e tratamento de fístula

Procedimentos cirúrgicos para manejo de doença periodontal avançada que não se resolve apenas com profilaxia. Inclui gengivectomia (remoção de excesso de gengiva hiperplásica), retalho de acesso para raspagem radicular profunda, e cirurgia de fechamento de fístula oronasal com retalho mucoso. Também abrange biópsia incisional de massas orais para diagnóstico histopatológico de tumores. Todos os procedimentos são feitos no bloco cirúrgico com anestesia inalatória e monitoramento durante todo o procedimento.

Quando indicar: doença periodontal com bolsas profundas, fístula oronasal, hiperplasia gengival, massas orais que necessitam biópsia, remoção de tumores orais.

Diagnóstico

Exame oral completo com sondagem periodontal

A avaliação oral superficial no consultório, com o pet acordado, detecta apenas o que é visível — tártaro, gengivite superficial e fraturas óbvias. A avaliação completa, sob sedação ou anestesia, inclui sondagem periodontal dente a dente (com sonda milimetrada), inspeção de todas as faces dentárias, avaliação de mobilidade, detecção de bolsas profundas, fraturas ocultas e lesões subgengivais. É o exame que define se o caso precisa apenas de profilaxia ou se há necessidade de extração ou cirurgia.

Quando indicar: antes de qualquer procedimento odontológico, mau hálito sem tártaro visível (suspeita de doença subgengival), espirros crônicos de um lado só, sangramento gengival recorrente, raças predispostas no check-up anual.

Mau hálito no cachorro não é normal — é o primeiro sinal de que a boca precisa de atenção.
A avaliação odontológica identifica o que está acontecendo antes que o problema avance.

Equipe da própria clínica responde no WhatsApp em minutos, dentro do horário de atendimento.

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Por que escolher a Propet

Odontologia com bloco cirúrgico próprio — avaliação, profilaxia e cirurgia oral em um endereço só.

Bloco cirúrgico completo no próprio endereço

Profilaxia, extração e cirurgia oral feitas no bloco cirúrgico da clínica com anestesia inalatória e monitoramento — sem precisar encaminhar o pet pra outro local. O pet não precisa viajar entre clínicas no pré e pós-operatório.

Avaliação completa com sondagem periodontal

Exame oral dente a dente, com sonda milimetrada, sob sedação — detecta doença periodontal oculta, bolsas profundas e fraturas que o exame com o pet acordado não alcança. A diferença entre "parece saudável" e "o diagnóstico completo" está nessa etapa.

Integração com cardiologia e oncologia

Doença periodontal pode afetar coração e rins. Tumores orais precisam de oncologista. Na Propet, o encaminhamento é integrado, sem refazer histórico em outra clínica. As 16+ especialidades sob o mesmo teto fazem diferença justamente em casos assim.

Da profilaxia à cirurgia no mesmo procedimento

Se a sondagem durante a profilaxia revelar dente com indicação de extração, o procedimento acontece na mesma anestesia — sem agendar segunda cirurgia, sem segunda anestesia e sem segunda recuperação para o pet.

Orientação de higiene oral domiciliar

Após cada procedimento, orientação prática sobre escovação, cremes dentais para pets, dietas e petiscos que ajudam no controle de placa e tártaro no dia a dia — o que o tutor faz em casa prolonga o resultado do procedimento clínico.

5,0★ no Google · 170+ avaliações

Referência regional em medicina veterinária em Betim, Contagem, BH e região metropolitana.

Quem atende

Equipe veterinária responsável pelo cuidado odontológico do seu pet.

Dr. Thiago Freitas Ferreira — veterinário, Clínica Propet Betim Dr. Luciano Saraiva Gonçalves — veterinário, Clínica Propet Betim
Dr. Thiago Freitas Ferreira (CRMV-MG 24669) e Dr. Luciano Saraiva Gonçalves (CRMV-MG 9915)

Sócios da Clínica Propet, formados pela PUC Minas — campus Betim. Conduzem o atendimento clínico geral e cirúrgico, incluindo procedimentos odontológicos — profilaxia, extração e cirurgia oral — no bloco cirúrgico da própria clínica.

+ Equipe com profissionais pós-graduados em cardiologia, oncologia, dermatologia e demais áreas — integração direta quando a doença oral tem repercussão sistêmica.
Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes sobre odontologia veterinária.

Limpeza dental em cachorro precisa de anestesia?

Sim. A profilaxia dentária veterinária é feita sob anestesia geral inalatória porque é o único modo de fazer uma avaliação e limpeza completas, com segurança e sem dor para o pet. A anestesia permite remover tártaro subgengival (abaixo da linha da gengiva, onde a doença periodontal realmente acontece), sondar cada dente, avaliar mobilidade e fazer extração quando necessário. Limpeza dental sem anestesia é um procedimento cosmético que remove apenas o tártaro visível e não alcança a área subgengival — onde estão as bactérias que causam doença periodontal, perda óssea e comprometimento sistêmico.

Meu cachorro tem mau hálito. Pode ser doença?

Sim. Mau hálito persistente em cachorro (ou gato) não é normal e é o sinal mais comum de doença periodontal — acúmulo de bactérias na placa e no tártaro que causa inflamação gengival e, com o tempo, destruição do osso que sustenta os dentes. Cerca de 80% dos cães acima de 3 anos têm algum grau de doença periodontal. O mau hálito também pode indicar outras condições como abscesso dentário, estomatite, tumores orais ou, em alguns casos, doença metabólica (renal ou hepática). A avaliação oral identifica a causa e define o tratamento.

Com que frequência devo levar meu cachorro para limpeza dental?

Depende da raça, do porte e da velocidade de acúmulo de tártaro. Raças pequenas e miniatura (Yorkshire, Poodle, Maltês, Shih Tzu, Lhasa Apso) acumulam tártaro mais rápido e geralmente precisam de profilaxia anual ou até semestral. Raças médias e grandes costumam precisar a cada 1 a 2 anos. Gatos idosos também devem ter avaliação oral regular. A melhor estratégia é o check-up oral anual: o veterinário avalia a cavidade e indica o momento certo da profilaxia conforme o grau de acúmulo e o estado da gengiva — intervir antes que a doença periodontal se instale é sempre melhor do que tratar a consequência.

Dente quebrado em cachorro precisa ser extraído?

Depende do tipo de fratura. Se a fratura não expõe a polpa (o tecido vivo dentro do dente), o dente pode ser mantido com acompanhamento e, em alguns casos, restauração. Se a polpa está exposta — visível como ponto rosa ou escuro no dente —, há dor e infecção: o dente precisa de tratamento endodôntico (canal) ou extração. Dente fraturado com polpa exposta nunca deve ser ignorado, mesmo que o pet pareça comer normalmente. A infecção pode evoluir para abscesso periapical (inchaço no focinho ou abaixo do olho) e disseminar bactérias para a corrente sanguínea.

Cachorro pode fazer canal?

Sim. O tratamento endodôntico (canal) é uma opção para preservar dentes fraturados com exposição pulpar, especialmente dentes estratégicos como os caninos e o quarto pré-molar superior (dente carniceiro). O procedimento remove a polpa infectada, descontamina o canal radicular e preenche com material obturador. É feito sob anestesia geral e exige acompanhamento radiográfico. A viabilidade depende do grau de comprometimento do dente, do tempo desde a fratura e da saúde periodontal — o veterinário avalia caso a caso se o canal é a melhor opção ou se a extração é mais indicada.

Meu gato baba muito e não quer comer. Pode ser problema dental?

Sim. Salivação excessiva (especialmente com sangue ou odor fétido) e recusa de alimento em gato são sinais frequentes de dor oral intensa. A causa mais comum é a gengivoestomatite crônica felina — inflamação grave e dolorosa da gengiva e mucosa oral, associada a resposta imunológica à placa bacteriana e, frequentemente, ao calicivírus felino. Outras causas possíveis são doença periodontal avançada, fratura dentária, úlcera oral e tumor. A avaliação oral sob sedação identifica a causa e define o tratamento, que em casos de estomatite pode incluir a extração total dos dentes — procedimento que alivia a dor e permite que o gato volte a comer.

Posso escovar os dentes do meu cachorro?

Sim, e é recomendado. A escovação diária é a forma mais eficaz de controlar placa bacteriana em casa e retardar o acúmulo de tártaro. O ideal é usar escova macia de tamanho adequado (ou dedeira) e creme dental específico para pets — nunca creme dental humano, que contém flúor e substâncias tóxicas para cães e gatos. A escovação precisa ser introduzida gradualmente, com associação positiva (petisco, elogio). Mesmo com escovação regular, a profilaxia profissional periódica continua sendo necessária — a escovação não remove tártaro já formado nem alcança áreas subgengivais.

Filhote com dente de leite que não caiu precisa de cirurgia?

Se o dente permanente já nasceu e o dente de leite (decíduo) continua presente ao lado, a extração do decíduo é indicada. A retenção de dentes decíduos causa acúmulo acelerado de placa entre os dois dentes, desvio do dente permanente e má oclusão. O momento ideal para a extração é entre 6 e 9 meses de idade. O procedimento é feito sob anestesia geral e, em muitos casos, pode ser combinado com a castração, quando esta estiver programada para a mesma faixa etária — aproveitando o mesmo procedimento anestésico.

Doença periodontal pode afetar outros órgãos do cachorro?

Sim. Doença periodontal avançada permite que bactérias da boca entrem na corrente sanguínea (bacteremia) e se alojem em outros órgãos. As complicações sistêmicas mais documentadas são endocardite bacteriana (infecção das válvulas cardíacas), glomerulonefrite (lesão renal por deposição de imunocomplexos), hepatite e artrite. Cães de raças pequenas com doença periodontal crônica e cães com doença valvular degenerativa (endocardiose) são os de maior risco. Por isso, a saúde oral não é questão de estética — é prevenção de doença sistêmica. A profilaxia regular e o tratamento de dentes comprometidos protegem muito mais do que a boca.

Onde estamos

Clínica Propet — Betim/MG

Av. Edmeia Matos Lazzarotti, 3291 — Ingá. Estacionamento ao redor, fácil acesso pra Contagem, BH e região.

Atendimento odontológico

Agende com a equipe.

Resposta no WhatsApp dentro do horário de atendimento — quem responde é equipe da própria clínica, não chatbot.

Seg–sex
8h às 20h
Sábado
8h às 13h
Domingo
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Endereço
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