Oftalmologia veterinária · Betim/MG

Oftalmologia veterinária em Betim — diagnóstico e tratamento de doenças oculares em cães, gatos e pets exóticos.

Exame ocular completo com oftalmoscópio, lâmpada de fenda, tonometria e teste de Schirmer. Diagnóstico e tratamento de catarata, glaucoma, úlcera de córnea, ceratoconjuntivite seca, uveíte, entrópio, prolapso de terceira pálpebra e tumores oculares em cães, gatos e pets exóticos. Cirurgia ocular no bloco cirúrgico do próprio endereço em Betim, Contagem, BH e região.

★★★★★ 5,0 no Google · 170+ avaliações
Av. Edmeia Matos Lazzarotti, 3291 — Ingá, Betim/MG
Consulta oftalmológica veterinária com cão na Clínica Propet em Betim/MG
Exame ocular completo Oftalmoscopia · Tonometria · Teste de Schirmer · Fluoresceína Cães · Gatos · Aves · Répteis · Roedores
O que é

Oftalmologia veterinária: a especialidade que protege a visão do seu pet antes que o dano se torne irreversível.

A oftalmologia veterinária é a especialidade que diagnostica e trata doenças dos olhos e estruturas anexas — pálpebras, conjuntiva, córnea, cristalino, retina, nervo óptico e glândulas lacrimais — em cães, gatos e pets exóticos. É uma das áreas em que o diagnóstico precoce faz a maior diferença: muitas doenças oculares progridem em dias ou semanas, e a janela entre um olho que pode ser tratado e um olho que perdeu a visão de forma irreversível é curta. Úlcera de córnea e glaucoma agudo, por exemplo, são emergências em que horas de atraso mudam o prognóstico.

As condições oftalmológicas mais frequentes na rotina clínica incluem ceratoconjuntivite seca (olho seco — deficiência de lágrima que leva a inflamação crônica da córnea), úlcera de córnea (que responde por cerca de 50% dos atendimentos oftalmológicos em cães), catarata (opacificação do cristalino, hereditária ou secundária a diabetes), glaucoma (aumento da pressão intraocular que causa dor e cegueira), uveíte (inflamação intraocular frequentemente associada a doenças sistêmicas), entrópio e ectrópio (alterações palpebrais que irritam a córnea), prolapso da glândula da terceira pálpebra (cherry eye), tumores oculares e palpebrais, e alterações de retina. Raças braquicefálicas (Pug, Shih Tzu, Buldogue, Lhasa Apso, Pequinês, Persa) são as mais predispostas a problemas oculares por causa da conformação anatômica — olhos grandes e expostos, órbita rasa e pregas faciais.

Na Clínica Propet, em Betim/MG, a oftalmologia veterinária integra o exame ocular completo — oftalmoscopia direta e indireta, biomicroscopia com lâmpada de fenda, tonometria (aferição de pressão intraocular), teste de Schirmer (produção lacrimal) e coloração com fluoresceína (detecção de úlcera de córnea) — com o bloco cirúrgico e a internação no próprio endereço. Quando a doença ocular tem componente sistêmico (uveíte por erliquiose, catarata diabética, cegueira súbita por hipertensão renal), o encaminhamento integrado com cardiologia, endocrinologia, nefrologia ou oncologia acontece na mesma estrutura, sem deslocar o pet entre clínicas.

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Importante: olho vermelho, olho fechado, secreção intensa e mudança no aspecto do olho (opacidade, aumento de tamanho) são sinais que exigem avaliação rápida. Muitas doenças oculares progridem em horas. Esta página é informativa — se observar qualquer sinal abaixo no seu pet, agende consulta.

Quando suspeitar

Sinais de que os olhos do seu pet precisam de avaliação veterinária.

Pet com dor ocular raramente vocaliza — ele fecha o olho, evita luz e esfrega o rosto. Esses sinais podem parecer discretos, mas indicam que algo precisa de atenção imediata.

Doenças mais comuns

As 6 condições oculares que mais diagnosticamos na clínica.

Olho não é só vermelhidão e secreção. Doenças como glaucoma e catarata podem progredir silenciosamente até causar cegueira irreversível — o exame oftalmológico periódico é o que permite intervir a tempo.

Úlcera de córnea (ceratite ulcerativa)

É a doença ocular mais frequente na rotina oftalmológica veterinária — responde por cerca de 50% dos atendimentos em cães. A úlcera é uma perda de tecido na superfície da córnea, causada por trauma (arranhão, corpo estranho, pelo ou cílio que toca a córnea), ceratoconjuntivite seca, infecção ou defeito de cicatrização. Raças braquicefálicas (Pug, Shih Tzu, Buldogue, Lhasa Apso, Pequinês) são as mais vulneráveis pela exposição ocular acentuada. Úlcera de córnea é emergência: sem tratamento, pode perfurar em horas e levar à perda do olho.

Sinais: olho fechado, lacrimejamento intenso, fotofobia, olho com área opaca ou esbranquiçada. Diagnóstico: teste de fluoresceína (corante que marca a área lesada sob luz azul). Tratamento: colírio antibiótico, lubrificante, atropina para controle de dor, colar elisabetano. Úlceras profundas ou perfuradas podem exigir cirurgia (enxerto conjuntival, membrana amniótica).

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Ceratoconjuntivite seca (KCS / olho seco)

Deficiência na produção de lágrima que leva a ressecamento, inflamação crônica e pigmentação da córnea. É uma das doenças oculares mais comuns em cães — afeta especialmente raças como Cocker Spaniel, Buldogue Inglês, Lhasa Apso, Shih Tzu, Yorkshire e West Highland White Terrier. Sem tratamento, a ceratoconjuntivite seca causa opacificação progressiva da córnea, úlceras recorrentes e, em casos avançados, cegueira. A causa mais frequente é imunomediada (o sistema imunológico destrói a glândula lacrimal), mas pode ser secundária a hipotireoidismo, cinomose ou remoção da glândula da terceira pálpebra.

Sinais: secreção espessa e mucosa (não aquosa), córnea opaca ou pigmentada, olho sem brilho, blefaroespasmo. Diagnóstico: teste de Schirmer (valores abaixo de 10 mm/min confirmam olho seco). Tratamento: colírio imunomodulador (ciclosporina ou tacrolimus) de uso contínuo, lágrima artificial, acompanhamento periódico.

Catarata

Opacificação parcial ou total do cristalino (lente natural do olho) que impede a passagem de luz e causa perda progressiva da visão. Em cães, a catarata pode ser hereditária (Poodle, Cocker Spaniel, Schnauzer, Labrador, Golden Retriever, Yorkshire), diabética (aparece semanas após o diagnóstico de diabetes, bilateral e de progressão rápida) ou senil (em pets acima de 8 anos). Em gatos, é menos comum e geralmente secundária a uveíte crônica ou trauma.

Sinais: pupila esbranquiçada ou azulada (mais visível em foto com flash), esbarrando em objetos, hesitação em ambientes novos ou com pouca luz. Tratamento definitivo: cirurgia de facoemulsificação (remoção do cristalino opacificado com ultrassom e implante de lente intraocular) — procedimento com alta taxa de sucesso quando indicado no momento certo.

Glaucoma

Aumento da pressão intraocular (PIO) que causa dor intensa e dano progressivo ao nervo óptico e à retina, levando a cegueira irreversível. Pode ser primário (hereditário — predisposição em Cocker Spaniel, Basset Hound, Beagle, Shar-Pei, Chow-Chow) ou secundário a uveíte, luxação de cristalino, tumor intraocular ou trauma. Glaucoma agudo é emergência: a pressão intraocular pode subir a níveis que danificam a retina em horas.

Sinais: olho vermelho e doloroso, olho aumentado de tamanho (buftalmia), pupila dilatada e fixa, lacrimejamento, pet apático ou agressivo por dor, cegueira súbita. Diagnóstico: tonometria (aferição de PIO). Tratamento: colírios hipotensores, tratamento da causa base; monitoramento de PIO contínuo — glaucoma não tem cura, tem controle.

Uveíte (inflamação intraocular)

Inflamação da úvea (íris, corpo ciliar e coroide), que pode ser isolada ou sinal de doença sistêmica grave. Em cães, as causas mais comuns de uveíte são erliquiose, leishmaniose, leptospirose, brucelose e neoplasias. Em gatos, peritonite infecciosa felina (PIF), toxoplasmose, FIV/FeLV e linfoma são causas frequentes. A uveíte não tratada pode levar a glaucoma secundário, catarata e descolamento de retina.

Sinais: olho vermelho e doloroso, pupila contraída (miose), alteração na cor da íris, opacidade na câmara anterior (flare), fotofobia. Diagnóstico: exame com lâmpada de fenda e tonometria (PIO geralmente está baixa na uveíte), investigação de causa base. Tratamento: colírio anti-inflamatório e atropina, associado ao tratamento da doença de base.

Entrópio, ectrópio e prolapso da terceira pálpebra

Entrópio é a inversão da margem palpebral para dentro, fazendo com que os cílios e a pele irritem a córnea — causa dor, lacrimejamento e, se não corrigido, úlcera de córnea crônica. Raças predispostas: Shar-Pei, Chow-Chow, Rottweiler, Buldogue, Labrador. Ectrópio é o oposto (pálpebra evertida), comum em São Bernardo, Basset, Bloodhound. O cherry eye é o prolapso da glândula da terceira pálpebra, comum em filhotes de Buldogue, Beagle, Cocker e Shih Tzu.

Tratamento: cirúrgico em todos os casos. No cherry eye, a cirurgia de reposicionamento (não remoção) da glândula é essencial para preservar a produção lacrimal e prevenir ceratoconjuntivite seca futura.

Como diagnosticamos

Exame ocular completo feito no próprio endereço — da córnea até a retina.

Doença ocular não se diagnostica só olhando. A investigação exige instrumentos específicos que avaliam produção lacrimal, pressão intraocular, integridade da córnea e fundo de olho — tudo feito na consulta.

Lágrima e córnea

Teste de Schirmer e coloração com fluoresceína

O teste de Schirmer mede a produção de lágrima quantitativamente: uma fita absorvente é colocada no fundo de saco conjuntival inferior por 1 minuto e o resultado é medido em mm/min. Valores abaixo de 10 mm/min indicam ceratoconjuntivite seca. A coloração com fluoresceína é um corante que, aplicado na superfície ocular, marca áreas de perda de epitélio corneal — é o exame padrão para diagnóstico de úlcera de córnea, visualizado com luz azul de Wood. Ambos são rápidos, indolores e feitos no consultório sem sedação.

Quando indicar: secreção ocular crônica, olho sem brilho, suspeita de olho seco, olho vermelho, olho fechado (suspeita de úlcera), avaliação pós-trauma ocular.

Pressão intraocular

Tonometria (aferição de pressão intraocular)

A tonometria mede a pressão dentro do olho (PIO) e é o exame essencial para diagnóstico e monitoramento de glaucoma. Valores normais ficam entre 10 e 25 mmHg em cães e gatos. Pressão acima de 25 mmHg é suspeita; acima de 30 mmHg com sinais clínicos confirma glaucoma. É feita com tonômetro de rebote (TonoVet) ou de aplanação, de forma rápida e com mínimo desconforto. Na uveíte, a PIO tipicamente está abaixo do normal — a aferição ajuda a diferenciar glaucoma de uveíte quando o olho está vermelho e doloroso.

Quando indicar: olho vermelho e doloroso, olho aumentado de tamanho, pupila dilatada, cegueira súbita, raças com predisposição a glaucoma, acompanhamento de glaucoma já diagnosticado.

Exame detalhado

Biomicroscopia com lâmpada de fenda

A lâmpada de fenda é um microscópio binocular com fonte de luz em fenda que permite examinar as estruturas do olho em alta ampliação — pálpebras, conjuntiva, córnea (camada por camada), câmara anterior, íris, cristalino e vítreo anterior. É o exame que identifica profundidade de úlcera, localização de catarata, presença de flare (proteína na câmara anterior, sinal de uveíte), corpos estranhos intracorneais e alterações de cristalino. Complementa a oftalmoscopia para diagnóstico preciso.

Quando indicar: toda consulta oftalmológica de complexidade, suspeita de catarata, uveíte, corpo estranho, avaliação pré-cirúrgica de catarata, úlcera de córnea com suspeita de perfuração.

Retina

Oftalmoscopia direta e indireta (exame de fundo de olho)

A oftalmoscopia avalia retina, disco óptico, vasos retinianos e tapetum lucidum — estruturas do fundo do olho que não são visíveis a olho nu. Identifica descolamento de retina (causa comum de cegueira súbita, especialmente em gatos hipertensos), degeneração retiniana progressiva (PRA — hereditária em Cocker, Labrador, Schnauzer), retinopatia diabética, papiledema e lesões compatíveis com doenças sistêmicas (erliquiose, hipertensão). A pupila é dilatada com colírio midriático para visualização completa.

Quando indicar: cegueira súbita ou progressiva, avaliação pré-cirúrgica de catarata (confirmar retina funcional), pet hipertenso, pet diabético, raças com predisposição a PRA, pet com erliquiose ou leishmaniose.

Olho vermelho, fechado ou com secreção no seu pet?
Muitas doenças oculares progridem em horas — a avaliação precoce protege a visão.

Equipe da própria clínica responde no WhatsApp em minutos, dentro do horário de atendimento.

Por que escolher a Propet

Oftalmologia integrada — exame completo, cirurgia ocular e especialidades de suporte em um endereço só.

01

Exame ocular completo no próprio endereço

Teste de Schirmer, fluoresceína, tonometria, lâmpada de fenda e oftalmoscopia feitos na consulta — diagnóstico preciso sem encaminhar o pet pra outro local.

02

Bloco cirúrgico com anestesia inalatória

Cirurgia ocular (entrópio, cherry eye, enucleação, enxerto conjuntival) no bloco da própria clínica, com monitoramento anestésico e internação quando necessário.

03

Integração com cardiologia, nefrologia e endocrinologia

Cegueira por hipertensão renal, catarata diabética, uveíte por hemoparasita — quando o olho é consequência de doença sistêmica, o tratamento integrado acontece na mesma estrutura.

04

Atendimento oftalmológico de pets exóticos

Aves, répteis e roedores com alterações oculares atendidos com equipe formada em silvestres e consultório exclusivo. Cada espécie tem sua anatomia.

05

Emergência ocular com resposta rápida

Úlcera de córnea e glaucoma agudo são emergências em que horas mudam o prognóstico. Estrutura para atendimento, diagnóstico e cirurgia no mesmo dia quando necessário.

06

5,0★ no Google · 170+ avaliações

Referência regional em medicina veterinária em Betim, Contagem, BH e região metropolitana.

Quem atende

Equipe veterinária responsável pelo cuidado oftalmológico do seu pet.

Dr. Thiago Freitas Ferreira — sócio da Clínica Propet em Betim/MG Dr. Luciano Saraiva Gonçalves — sócio da Clínica Propet em Betim/MG
Dr. Thiago Freitas Ferreira (CRMV-MG 24669) e Dr. Luciano Saraiva Gonçalves (CRMV-MG 9915)

Sócios da Clínica Propet, formados pela PUC Minas — campus Betim. Conduzem o atendimento clínico geral e cirúrgico, e contam com profissional com formação em oftalmologia veterinária integrando a equipe para exame ocular especializado, diagnóstico e condução de casos clínicos e cirúrgicos.

+ Equipe com profissionais pós-graduados em cardiologia, endocrinologia, nefrologia, dermatologia e demais áreas — integração direta quando a doença ocular tem causa sistêmica.
Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre oftalmologia veterinária.

Meu cachorro está com o olho vermelho e lacrimejando. O que pode ser?

Olho vermelho com lacrimejamento em cachorro pode ter diversas causas — desde conjuntivite alérgica (mais branda) até úlcera de córnea ou glaucoma agudo (emergências). Se o olho estiver fechado ou semifechado, com dor, secreção intensa ou opacidade, a avaliação deve ser rápida. O exame oftalmológico diferencia as causas com testes específicos: fluoresceína para úlcera de córnea, tonometria para glaucoma, teste de Schirmer para olho seco. Não é recomendado usar colírio por conta própria sem diagnóstico, pois alguns colírios (como os que contêm corticoide) podem agravar úlceras e causar perfuração.

Catarata em cachorro tem tratamento?

Sim. O tratamento definitivo da catarata é cirúrgico — a facoemulsificação, que remove o cristalino opacificado com ultrassom e, quando possível, implanta uma lente intraocular. A cirurgia tem alta taxa de sucesso (85-95% de recuperação visual) quando indicada no momento certo: o ideal é operar antes que a catarata fique madura demais ou cause complicações como uveíte e glaucoma. A avaliação pré-cirúrgica inclui eletrorretinografia (para confirmar que a retina está funcionando) e exames clínicos gerais. Nem todo cão com catarata é candidato — a decisão depende do estágio, da saúde ocular e geral, e de cada caso.

Meu cachorro foi diagnosticado com olho seco. Precisa de colírio para sempre?

Na maioria dos casos, sim. A ceratoconjuntivite seca (KCS) é uma doença crônica e o tratamento com colírio imunomodulador (ciclosporina ou tacrolimus) é contínuo — ele não cura a causa, mas estimula a produção de lágrima e controla a inflamação. Interromper o tratamento leva à recidiva dos sinais e progressão do dano corneal. O acompanhamento inclui testes de Schirmer periódicos para avaliar a resposta. Em alguns casos, a produção lacrimal melhora significativamente com o tratamento, mas o colírio raramente pode ser suspenso por completo.

Úlcera de córnea é grave? Meu pet pode perder o olho?

Depende da profundidade e da causa. Úlceras superficiais simples costumam cicatrizar em 5 a 7 dias com tratamento adequado (colírio antibiótico, lubrificante, colar elisabetano). Úlceras profundas ou perfuradas são emergências com risco real de perda do olho e exigem cirurgia imediata (enxerto conjuntival ou membrana amniótica). Úlceras que não cicatrizam em 10 a 14 dias com tratamento (úlceras indolentes, comuns em Boxer) precisam de desbridamento e, em alguns casos, cirurgia. O essencial é não atrasar a avaliação: úlcera de córnea pode perfurar em horas.

Glaucoma em cachorro tem cura?

Não. Glaucoma é uma doença crônica e o dano ao nervo óptico e à retina é irreversível. O tratamento visa controlar a pressão intraocular, aliviar a dor e preservar a visão remanescente pelo maior tempo possível. O manejo inclui colírios hipotensores de uso contínuo e, em casos refratários, cirurgia. Quando a visão já foi perdida e o olho causa dor crônica, a enucleação (remoção cirúrgica do olho) ou a colocação de prótese intraocular pode ser indicada para melhorar a qualidade de vida. O monitoramento da pressão intraocular com tonometria é parte obrigatória do acompanhamento.

Pug e Shih Tzu têm mais problemas nos olhos?

Sim. Raças braquicefálicas (Pug, Shih Tzu, Buldogue Francês e Inglês, Lhasa Apso, Pequinês, Persa em gatos) são as mais predispostas a problemas oculares por causa da conformação anatômica: olhos grandes e protuberantes, órbita rasa, fenda palpebral ampla e pregas faciais. As condições mais frequentes nessas raças são úlcera de córnea, ceratoconjuntivite seca, entrópio medial, triquíase, pigmentação corneal progressiva e proptose (deslocamento do globo ocular após trauma leve). Check-up oftalmológico periódico nessas raças é recomendado desde filhote.

O que é cherry eye em cachorro?

Cherry eye é o nome popular do prolapso da glândula da terceira pálpebra — uma massa vermelha e arredondada que aparece no canto interno do olho. É mais comum em filhotes de raças predispostas como Buldogue, Beagle, Cocker Spaniel, Shih Tzu e Lhasa Apso. A glândula da terceira pálpebra é responsável por 30 a 50% da produção de lágrima, por isso o tratamento é cirúrgico de reposicionamento (nunca remoção). Remover a glândula pode causar ceratoconjuntivite seca permanente no futuro. A cirurgia tem boa taxa de sucesso, especialmente quando feita precocemente.

Meu gato está com cegueira súbita. O que fazer?

Cegueira súbita em gato é emergência e deve ser avaliada imediatamente. A causa mais comum é hipertensão arterial (frequentemente associada a doença renal crônica ou hipertireoidismo), que causa descolamento de retina bilateral. Outras causas possíveis são glaucoma agudo, uveíte grave e lesão neurológica. Na consulta, a aferição de pressão arterial, a tonometria e o exame de fundo de olho identificam a causa. Quando o descolamento de retina é diagnosticado precocemente e a pressão arterial é controlada rapidamente, a retina pode se reposicionar e a visão pode ser parcialmente recuperada. Cada hora conta.

A Propet atende oftalmologia de pets exóticos?

Sim. A Clínica Propet atende aves, répteis, roedores e coelhos com alterações oculares, com equipe que inclui profissional com formação em medicina de silvestres e exóticos (Dr. Thiago Freitas Ferreira, CRMV-MG 24669, pós-graduado pela FAMESP-SP) e consultório exclusivo para essas espécies. Problemas oculares em pets não convencionais incluem conjuntivite e infecções oculares em aves, retenção de ecdise ocular (pele retida sobre o olho) em serpentes, abscessos retrobulbares em coelhos e hipovitaminose A com lesões oculares em quelônios. A anatomia ocular varia entre espécies, e o exame exige experiência específica.

Atendimento oftalmológico

Clínica Propet — Betim/MG

Av. Edmeia Matos Lazzarotti, 3291 — Ingá. Estacionamento ao redor, fácil acesso pra Contagem, BH e região.

Atendimento oftalmológico

Agende com a equipe.

Resposta no WhatsApp dentro do horário de atendimento — quem responde é equipe da própria clínica, não chatbot.

Seg–sex
8h às 20h
Sábado
8h às 13h
Domingo
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Endereço
Av. Edmeia Matos Lazzarotti, 3291
Ingá · Betim/MG · CEP 32604-555