Oncologia veterinária · Betim/MG

Oncologia veterinária em Betim — diagnóstico e tratamento de câncer em cães e gatos no mesmo endereço.

Diagnóstico e tratamento de tumores mamários, mastocitoma, linfoma, osteossarcoma, hemangiossarcoma e tumores de pele em cães e gatos. Citologia aspirativa (PAAF), biópsia, estadiamento, quimioterapia, cirurgia oncológica e cuidado paliativo com exames feitos no próprio endereço em Betim, Contagem, BH e região.

★★★★★ 5,0 no Google · 170+ avaliações
Av. Edmeia Matos Lazzarotti, 3291 — Ingá, Betim/MG
Consulta veterinária oncológica com cão adulto no consultório da Clínica Propet em Betim/MG
Diagnóstico oncológico integrado Citologia · Biópsia · Ultrassom · Raio-X · Quimioterapia Cães · Gatos · Adultos e idosos
O que é

Oncologia veterinária: a especialidade que investiga, diagnostica e trata tumores em cães e gatos.

A oncologia veterinária é a especialidade que cuida de tumores — benignos e malignos — em cães, gatos e outras espécies. Envolve o diagnóstico (do nódulo palpável ao tumor interno), o estadiamento (avaliação de extensão e comprometimento), o planejamento terapêutico (cirurgia, quimioterapia, cuidado paliativo) e o acompanhamento ao longo do tratamento. O câncer é uma das principais causas de morte em cães: estima-se que cerca de 45% dos animais com mais de 10 anos morram desta enfermidade, e que 1 em cada 4 cães desenvolva algum tipo de neoplasia ao longo da vida.

Os tumores mais frequentes na rotina clínica são os tumores mamários — o tipo mais comum em cadelas, com aproximadamente 50% dos casos classificados como malignos —, o mastocitoma cutâneo (segundo tumor maligno mais diagnosticado em cães, com alta incidência em raças como Boxer, Bulldog e Pitbull), o linfoma (que representa cerca de 24% dos cânceres em cães e até 30% em gatos), os tumores de pele e subcutâneo, o osteossarcoma (tumor ósseo primário mais comum em raças grandes e gigantes) e o hemangiossarcoma esplênico. Em gatos, o linfoma é o tumor mais prevalente, frequentemente associado ao vírus da leucemia felina (FeLV).

Na Clínica Propet, em Betim/MG, a oncologia integra o diagnóstico laboratorial, o diagnóstico por imagem, o bloco cirúrgico e a internação no mesmo endereço. A investigação começa com a citologia aspirativa (PAAF) feita no consultório, passa por exames de estadiamento — hemograma, bioquímica, raio-X digital com laudo e ultrassom abdominal — e, quando indicado, segue para biópsia cirúrgica com envio para histopatologia. O tratamento é planejado caso a caso, envolvendo cirurgia oncológica no bloco cirúrgico próprio, quimioterapia acompanhada e cuidado paliativo quando necessário. Quando o caso envolve componente dermatológico, ortopédico ou nutricional, o encaminhamento integrado acontece na mesma estrutura.

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Importante: diagnóstico precoce é o fator que mais influencia o prognóstico de um tumor. Nódulos, caroços ou alterações persistentes devem ser avaliados por um veterinário o mais cedo possível — muitos tumores são tratáveis quando identificados no início. Esta página é informativa — se observar qualquer sinal abaixo no seu pet, agende consulta.

Quando suspeitar

Sinais que podem indicar câncer no seu pet.

A maioria dos tumores não causa dor nas fases iniciais. Observar o corpo do pet com regularidade — palpando, olhando e percebendo mudanças de comportamento — é a forma mais eficaz de identificar algo cedo.

Tumores mais comuns

Os 6 tipos de câncer que mais diagnosticamos na clínica.

Câncer em pet tem tratamento — o resultado depende do tipo de tumor, do estágio no diagnóstico e da abordagem terapêutica. Quanto mais cedo a investigação, mais opções de tratamento.

Tumores mamários

O tipo de tumor mais frequente em cadelas, respondendo por mais de 45% de todas as neoplasias diagnosticadas na espécie. Aproximadamente 50% dos tumores mamários em cadelas são malignos. Cadelas não castradas ou castradas após o segundo cio têm risco significativamente maior. Em gatas, os tumores mamários representam o terceiro tipo mais comum, porém com comportamento mais agressivo — cerca de 85% dos tumores mamários felinos são malignos (adenocarcinomas).

Sinais: nódulo firme na cadeia mamária (pode ser único ou múltiplo), aumento progressivo de volume, ulceração, secreção. Diagnóstico: citologia aspirativa (PAAF), raio-X de tórax (pesquisa de metástase), ultrassom abdominal, biópsia com histopatologia. Tratamento: mastectomia (remoção cirúrgica) com margem + quimioterapia quando indicado.

Mastocitoma cutâneo

Segundo tumor maligno mais diagnosticado em cães, originado dos mastócitos da pele. Tem incidência entre 20% e 22% de todos os tumores cutâneos caninos. Raças com alta predisposição incluem Boxer (responde por mais de 46% dos casos em alguns estudos), Bulldog, Pitbull, Labrador, Golden Retriever e Weimaraner. A apresentação clínica é variável — pode parecer uma verruga, um nódulo firme ou uma massa que incha e desincha (sinal de Darier).

Sinais: nódulo cutâneo que muda de tamanho, vermelhidão ao redor, inchaço intermitente. Diagnóstico: citologia aspirativa (resultado rápido — mastócitos são facilmente identificáveis na citologia), histopatologia para graduação (grau I, II ou III). Estadiamento: linfonodo regional, ultrassom abdominal, hemograma. Tratamento: excisão cirúrgica com margem ampla + quimioterapia conforme grau e estadiamento.

Linfoma

Tumor dos linfócitos que pode se manifestar em linfonodos, baço, medula óssea, trato gastrointestinal e outros órgãos. Representa cerca de 24% de todos os cânceres em cães e até 30% em gatos — sendo o tumor mais prevalente na espécie felina, frequentemente associado ao vírus da leucemia felina (FeLV). A forma multicêntrica (aumento generalizado de linfonodos) é a mais comum em cães; em gatos, a forma alimentar (intestinal) é frequente.

Sinais: aumento bilateral e indolor de linfonodos (pescoço, pré-escapulares, poplíteos), perda de peso, inapetência, letargia. Em gatos: vômito crônico, diarreia, emagrecimento. Diagnóstico: citologia de linfonodo (PAAF), hemograma, bioquímica, ultrassom abdominal, raio-X de tórax. Tratamento: quimioterapia é o pilar do tratamento — protocolos como CHOP (combinação de 4 drogas) apresentam taxas de remissão de 80–90% em cães.

Osteossarcoma (tumor ósseo)

Tumor ósseo primário mais comum em cães, com forte predisposição por raças grandes e gigantes — Dogue Alemão, São Bernardo, Rottweiler, Golden Retriever, Pastor Alemão, Doberman e Setter Irlandês. Acomete principalmente membros (osteossarcoma apendicular), com predileção por ossos longos (rádio distal, tíbia proximal, úmero proximal). É um tumor agressivo com alta taxa de metástase pulmonar.

Sinais: claudicação progressiva que não melhora com anti-inflamatório, inchaço firme no membro, dor ao toque, perda de apetite, relutância em se mover. Diagnóstico: raio-X do membro (padrão lítico/produtivo), raio-X de tórax (metástase pulmonar), biópsia óssea. Tratamento: amputação do membro + quimioterapia adjuvante (carboplatina ou doxorrubicina). Sem quimioterapia, a sobrevida mediana é de 4–5 meses; com quimioterapia, de 10–12 meses.

Hemangiossarcoma

Tumor maligno originado das células do endotélio vascular, que acomete principalmente baço, fígado, coração (átrio direito) e pele. O hemangiossarcoma esplênico representa 45–51% dos tumores malignos do baço em cães. Raças predispostas incluem Pastor Alemão, Golden Retriever, Labrador e Boxer. É um tumor de comportamento agressivo, com alto risco de ruptura e hemorragia interna — muitas vezes diagnosticado em situação de emergência.

Sinais: apatia, perda de apetite, mucosas pálidas (anemia), abdômen inchado, colapso súbito (por ruptura esplênica e hemorragia interna). Diagnóstico: ultrassom abdominal (massa esplênica), raio-X de tórax, hemograma (anemia), ecocardiograma (quando há suspeita de envolvimento cardíaco). Tratamento: esplenectomia de emergência + quimioterapia adjuvante (doxorrubicina).

Tumores de pele e subcutâneo

Os tumores cutâneos e subcutâneos respondem por quase metade de todas as neoplasias diagnosticadas em cães (46,7% em estudos brasileiros). Incluem uma variedade de tipos — lipomas (benignos, mais comuns), histiocitomas (benignos, autolimitantes em cães jovens), carcinomas de células escamosas, fibrossarcomas e sarcomas de tecidos moles. A maior parte dos nódulos de pele é benigna, mas todo nódulo novo ou que muda de característica precisa de avaliação.

Sinais: massa palpável na pele ou sob a pele, nódulo que cresce, lesão ulcerada que não cicatriza, mudança de cor ou textura em lesão preexistente. Diagnóstico: citologia aspirativa (PAAF) como triagem inicial — rápida, minimamente invasiva e feita no consultório. Biópsia com histopatologia para classificação definitiva. Tratamento: excisão cirúrgica com margem adequada para malignos; acompanhamento para benignos.

Como diagnosticamos

Exames oncológicos feitos no próprio endereço.

Diagnóstico oncológico não se faz com palpação sozinha. A investigação completa — citologia, imagem, sangue e, quando indicado, biópsia — é o que define o tipo de tumor, o estágio e o melhor caminho de tratamento.

Triagem oncológica

Citologia aspirativa por agulha fina (PAAF)

A citologia aspirativa é o primeiro exame indicado diante de um nódulo ou massa suspeita. Feita no consultório, sem sedação na maioria dos casos — consiste na introdução de uma agulha fina na massa para coletar células que são avaliadas ao microscópio. É minimamente invasiva, rápida e de custo acessível. Permite identificar o tipo celular predominante e, em muitos casos, dar o diagnóstico presuntivo (como no mastocitoma, onde os mastócitos são facilmente reconhecíveis). Tem limitações: não avalia arquitetura do tecido nem grau histológico — quando necessário, complementa-se com biópsia.

Quando indicar: todo nódulo novo ou que muda de tamanho, massa em cadeia mamária, linfonodo aumentado, massa subcutânea, lesão ulcerada persistente.

Diagnóstico definitivo

Biópsia e histopatologia

A biópsia (incisional ou excisional) coleta um fragmento de tecido que é enviado para análise histopatológica — o exame que classifica definitivamente o tipo de tumor, o grau de malignidade, o índice mitótico e o comprometimento de margens cirúrgicas. É o padrão-ouro do diagnóstico oncológico. Na Propet, a biópsia é realizada no bloco cirúrgico próprio sob sedação ou anestesia geral, com material enviado para laboratório de referência.

Quando indicar: quando a citologia é inconclusiva, para graduação de mastocitoma, após remoção cirúrgica (avaliar margens), tumores ósseos, massas internas removidas.

Estadiamento por imagem

Raio-X digital com laudo e ultrassom abdominal

O estadiamento por imagem avalia se o tumor se disseminou para outros órgãos. O raio-X de tórax (3 projeções) pesquisa metástases pulmonares — fundamental em tumores mamários, mastocitomas de alto grau e osteossarcoma. O ultrassom abdominal avalia fígado, baço, linfonodos abdominais e rins, identificando massas internas e efusão abdominal. Na Propet, o raio-X digital com laudo e o ultrassom com hora marcada são feitos no próprio endereço, sem deslocar o pet.

Quando indicar: estadiamento de qualquer tumor maligno diagnosticado, abdômen distendido, perda de peso sem causa, antes de cirurgia oncológica.

Avaliação sistêmica

Hemograma completo e perfil bioquímico

A avaliação laboratorial verifica o estado geral do paciente oncológico — hemograma avalia anemia (frequente em hemangiossarcoma e linfoma), leucocitose, trombocitopenia. A bioquímica sérica (função renal, hepática, proteínas) identifica comprometimento de órgãos pelo tumor ou por doenças concomitantes. É obrigatório antes de qualquer cirurgia ou protocolo quimioterápico. Na Propet, a coleta é feita na própria clínica.

Quando indicar: pré-cirúrgico, antes de iniciar quimioterapia, acompanhamento durante o tratamento, perda de peso inexplicada, mucosas pálidas, pet idoso com nódulo.

Percebeu um caroço, nódulo ou massa no seu pet?
Quanto antes o diagnóstico, mais opções de tratamento — e melhor o prognóstico.

Equipe da própria clínica responde no WhatsApp em minutos, dentro do horário de atendimento.

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Por que escolher a Propet

Oncologia integrada — diagnóstico, cirurgia, quimioterapia e acompanhamento em um endereço só.

Diagnóstico oncológico completo no próprio endereço

Citologia aspirativa no consultório, raio-X digital com laudo, ultrassom abdominal e exames laboratoriais feitos na clínica — sem dividir o cuidado entre laboratório externo e consultório.

Bloco cirúrgico próprio para cirurgia oncológica

Mastectomia, excisão de mastocitoma, esplenectomia e demais cirurgias oncológicas realizadas no bloco cirúrgico da clínica, com monitoramento anestésico e internação pós-operatória no mesmo endereço.

Quimioterapia acompanhada na clínica

Protocolos quimioterápicos administrados e monitorados na própria Propet, com acompanhamento laboratorial a cada sessão. Em pets, os efeitos colaterais costumam ser mais brandos que em humanos — o objetivo é manter qualidade de vida.

Integração com outras especialidades

Tumor envolve dor? A laserterapia e a ozonioterapia auxiliam no controle. Precisa de dieta de suporte? A nutrição ajusta. Nódulo em pele? A dermatologia diferencia. Tudo no mesmo endereço, sem recomeçar histórico.

Acompanhamento de longo prazo

Paciente oncológico precisa de retornos regulares — exames de controle, ajuste de medicação, monitoramento de recidiva. Na Propet, o acompanhamento é contínuo, com histórico centralizado desde o primeiro exame.

5,0★ no Google · 170+ avaliações

Referência regional em medicina veterinária em Betim, Contagem, BH e região metropolitana.

Quem atende

Equipe veterinária responsável pelo cuidado oncológico do seu pet.

Dr. Thiago Freitas Ferreira — veterinário, Clínica Propet Betim Dr. Luciano Saraiva Gonçalves — veterinário, Clínica Propet Betim
Dr. Thiago Freitas Ferreira (CRMV-MG 24669) e Dr. Luciano Saraiva Gonçalves (CRMV-MG 9915)

Sócios da Clínica Propet, formados pela PUC Minas — campus Betim. Conduzem o atendimento clínico geral e cirúrgico, e contam com profissional com formação em oncologia veterinária integrando a equipe para condução de casos oncológicos, citologia aspirativa, estadiamento e acompanhamento de protocolos de quimioterapia.

+ Equipe com profissionais pós-graduados em cardiologia, dermatologia, oftalmologia, ortopedia e demais áreas.
Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes sobre oncologia veterinária.

Meu cachorro tem um caroço na pele. Pode ser câncer?

Pode ser, mas a maioria dos nódulos de pele em cães é benigna — lipomas (tumores de gordura), cistos e histiocitomas são achados frequentes. O problema é que, sem exame, não há como diferenciar um nódulo benigno de um maligno pela aparência ou pelo toque. O exame indicado é a citologia aspirativa por agulha fina (PAAF), feita no consultório com uma agulha fina, sem sedação na maioria dos casos, com resultado que orienta os próximos passos. A regra é: todo nódulo novo ou que muda de tamanho deve ser avaliado por um veterinário.

Cadela não castrada tem mais risco de câncer de mama?

Sim. Cadelas não castradas ou castradas após o segundo cio têm risco significativamente maior de desenvolver tumores mamários — o tipo de tumor mais frequente na espécie. A castração antes do primeiro cio reduz esse risco para menos de 1%. Aproximadamente 50% dos tumores mamários em cadelas são malignos e, quando diagnosticados em estágio avançado, podem apresentar metástase para pulmões e linfonodos. A recomendação é a castração precoce e, para cadelas não castradas, a palpação regular da cadeia mamária a partir dos 5 a 6 anos.

Quimioterapia em cachorro e gato causa os mesmos efeitos que em humanos?

Não. A quimioterapia veterinária utiliza doses e protocolos ajustados para que o objetivo principal seja a manutenção da qualidade de vida. Os efeitos colaterais nos pets costumam ser mais brandos do que em humanos — vômito, diarreia e falta de apetite podem ocorrer, geralmente alguns dias após a sessão, mas na maioria dos casos são controláveis com medicação de suporte. Queda de pelo é rara em cães e gatos (diferente dos humanos). O paciente é monitorado com hemograma antes de cada sessão para garantir que o organismo está respondendo bem.

Linfoma em gato tem tratamento?

Sim. O linfoma é o tumor mais prevalente em gatos, frequentemente associado ao vírus da leucemia felina (FeLV). O tratamento de escolha é a quimioterapia — protocolos com combinação de drogas podem induzir remissão e prolongar a qualidade de vida do gato por meses. A forma alimentar (intestinal) e a mediastinal são as mais comuns em felinos. O prognóstico varia conforme a forma anatômica, o estágio e a resposta ao tratamento. Gatos FeLV-negativos tendem a ter melhor prognóstico do que FeLV-positivos.

O que é mastocitoma e quais raças têm mais risco?

Mastocitoma é um tumor maligno que se origina dos mastócitos da pele. É o segundo tumor maligno mais diagnosticado em cães, com incidência entre 20% e 22% dos tumores cutâneos caninos. Raças com alta predisposição incluem Boxer (responde por mais de 46% dos casos em alguns estudos), Bulldog, Pitbull, Labrador, Golden Retriever e Weimaraner. A apresentação é variável: pode parecer uma verruga, um nódulo firme ou uma massa que incha e desincha ao toque (sinal de Darier). O diagnóstico por citologia aspirativa costuma ser rápido e conclusivo. O tratamento depende do grau histológico, definido pela biópsia após remoção cirúrgica.

Como saber se o tumor do meu pet já se espalhou?

A avaliação de disseminação (metástase) é feita pelo estadiamento — conjunto de exames que verifica se o tumor atingiu outros órgãos ou tecidos. Os exames mais comuns são: raio-X de tórax (3 projeções, para pesquisa de metástase pulmonar), ultrassom abdominal (avalia fígado, baço, linfonodos abdominais e rins), citologia de linfonodos regionais e exames laboratoriais (hemograma e bioquímica). Na Propet, esses exames são feitos no próprio endereço, sem precisar levar o pet a outro lugar. O estadiamento define o prognóstico e orienta o melhor plano de tratamento.

Cachorro de raça grande mancando pode ser tumor ósseo?

Pode, especialmente em cães de raças grandes e gigantes com mais de 6 a 7 anos. O osteossarcoma é o tumor ósseo primário mais comum em cães e tem forte predisposição por raças como Dogue Alemão, Rottweiler, São Bernardo, Golden Retriever e Pastor Alemão. O sinal clínico mais frequente é a claudicação progressiva (mancar) que não melhora com anti-inflamatório, acompanhada de inchaço firme no membro. O raio-X do membro pode mostrar padrão de destruição óssea sugestivo. É importante a avaliação precoce porque o osteossarcoma tem alta taxa de metástase pulmonar.

Câncer em pet é sempre fatal?

Não. Muitos tumores em cães e gatos são tratáveis, especialmente quando diagnosticados precocemente. Tumores benignos (como lipomas e histiocitomas) muitas vezes só precisam de acompanhamento ou remoção cirúrgica simples. Tumores malignos diagnosticados em estágio inicial — como tumores mamários de baixo grau, mastocitomas grau I e alguns carcinomas — podem ser curados com cirurgia com margem adequada. Mesmo em tumores mais agressivos, como linfoma e osteossarcoma, a quimioterapia e a cirurgia podem prolongar a vida com qualidade. O fator mais importante é o diagnóstico precoce — quanto antes, mais opções.

A Clínica Propet faz quimioterapia no próprio endereço?

Sim. A Propet administra protocolos quimioterápicos na própria clínica, com acompanhamento laboratorial a cada sessão (hemograma de controle antes de cada aplicação). O pet é monitorado durante e após a sessão, e as sessões seguintes são agendadas conforme o protocolo definido para o tipo de tumor. A clínica também realiza citologia aspirativa, exames de estadiamento (raio-X digital, ultrassom, sangue) e cirurgias oncológicas no bloco cirúrgico próprio — todo o percurso do diagnóstico ao tratamento em um endereço só.

Onde estamos

Clínica Propet — Betim/MG

Av. Edmeia Matos Lazzarotti, 3291 — Ingá. Estacionamento ao redor, fácil acesso pra Contagem, BH e região.

Atendimento oncológico

Agende com a equipe.

Resposta no WhatsApp dentro do horário de atendimento — quem responde é equipe da própria clínica, não chatbot.

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