Ortopedia veterinária · Betim/MG

Ortopedia veterinária em Betim — fraturas, displasia, luxação e problemas articulares tratados no mesmo endereço.

Diagnóstico e tratamento de fraturas, displasia coxofemoral, luxação patelar, ruptura de ligamento cruzado, hérnia de disco e doenças articulares degenerativas em cães e gatos. Raio-X digital com laudo, bloco cirúrgico próprio e acompanhamento pós-operatório no próprio endereço em Betim, Contagem, BH e região.

★★★★★ 5,0 no Google · 170+ avaliações
Av. Edmeia Matos Lazzarotti, 3291 — Ingá, Betim/MG
Consulta veterinária ortopédica com cão no consultório da Clínica Propet em Betim/MG
Diagnóstico ortopédico integrado Raio-X digital · Bloco cirúrgico · Internação · Reabilitação Cães · Gatos · Filhotes, adultos e idosos
O que é

Ortopedia veterinária: a especialidade que cuida de ossos, articulações, ligamentos e coluna do seu pet.

A ortopedia veterinária é a especialidade que diagnostica e trata doenças e lesões do sistema musculoesquelético — ossos, articulações, músculos, tendões, ligamentos e coluna vertebral. É uma das áreas mais demandadas na clínica de cães e gatos porque abrange desde emergências traumáticas (fraturas por atropelamento, quedas, brigas) até doenças de desenvolvimento que se manifestam ao longo da vida (displasia coxofemoral, luxação patelar, doença do disco intervertebral). Cerca de 80% das fraturas em cães são causadas por atropelamentos, e o fêmur responde por mais de 40% dos casos.

As condições ortopédicas mais frequentes na rotina são a displasia coxofemoral — doença de origem genética que afeta raças grandes e gigantes como Pastor Alemão, Labrador, Golden Retriever e Rottweiler, com prevalência de até 35% em algumas raças —, a luxação patelar (deslocamento da rótula, com predisposição em raças pequenas como Yorkshire, Poodle, Shih Tzu e Lhasa Apso), a ruptura do ligamento cruzado cranial (causa mais frequente de claudicação e artrose do joelho em cães), a doença do disco intervertebral (hérnia de disco, especialmente prevalente em Dachshund, Beagle, Shih Tzu e Buldogue Francês), além de fraturas, luxações articulares e artrose.

Na Clínica Propet, em Betim/MG, a ortopedia integra o diagnóstico por imagem, o bloco cirúrgico e a internação pós-operatória no mesmo endereço. O raio-X digital com laudo é feito na própria clínica — o que permite avaliar fraturas, displasias e alterações articulares sem deslocar o pet. Cirurgias ortopédicas — osteossíntese de fraturas, correção de luxação patelar, estabilização de joelho e remoção de disco intervertebral — são realizadas no bloco cirúrgico próprio, com monitoramento anestésico e internação climatizada. Quando o caso envolve componente neurológico (hérnia de disco com compressão medular), oncológico (osteossarcoma) ou nutricional (controle de peso para articulações), o encaminhamento integrado acontece na mesma estrutura.

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Importante: cachorro que manca, não apoia a pata, chora ao ser pego no colo ou tem dificuldade para levantar precisa de avaliação ortopédica. Dor musculoesquelética não tratada pode evoluir para artrose, perda de função articular e comprometimento da qualidade de vida. Esta página é informativa — se observar qualquer sinal abaixo no seu pet, agende consulta.

Quando suspeitar

Sinais que podem indicar problema ortopédico no seu pet.

Cão e gato escondem dor — gatos, especialmente, raramente mancam de forma evidente. Mudanças sutis de comportamento, postura e atividade são os primeiros sinais de que algo musculoesquelético precisa de atenção.

Condições mais comuns

As 6 condições ortopédicas que mais diagnosticamos na clínica.

Problema ortopédico tem tratamento — conservador ou cirúrgico, dependendo da condição. O diagnóstico precoce preserva função articular e evita dor crônica.

Displasia coxofemoral

Doença de origem genética e multifatorial que causa encaixe inadequado da cabeça do fêmur na cavidade acetabular (quadril). Afeta predominantemente cães de raças grandes e gigantes — Pastor Alemão (prevalência estimada de até 35%), Labrador, Golden Retriever, Rottweiler e São Bernardo são as raças mais acometidas. Cães com displasia desenvolvem dor, inflamação articular e artrose progressiva. Raramente acomete cães com peso adulto inferior a 12 kg.

Sinais: dificuldade para levantar, bunny hopping (pulo de coelho ao correr), relutância para pular ou subir escadas, atrofia muscular em membros traseiros, dor ao manipular o quadril. Diagnóstico: raio-X de quadril com posicionamento padronizado (ventrodorsal com extensão dos membros). Tratamento: conservador (controle de peso, analgesia, fisioterapia, condroprotetores) ou cirúrgico (osteotomia, artroplastia por excisão da cabeça femoral) conforme grau e idade.

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Luxação patelar

Deslocamento da patela (rótula) para fora do sulco troclear do fêmur. É uma das doenças ortopédicas mais comuns em cães de raças pequenas — Yorkshire, Poodle, Shih Tzu, Lhasa Apso, Maltês e Pinscher. Cerca de 98% das luxações em raças pequenas são mediais (a patela se desloca para dentro). Classificada em 4 graus: grau I (luxação manual com retorno espontâneo) a grau IV (luxação permanente, não redutível). Graus III e IV causam claudicação significativa e deformidade progressiva.

Sinais: pata traseira que "pula" ao caminhar (o pet anda 3 passadas, suspende a pata, estica e volta a apoiar), claudicação intermitente, andar em flexão do joelho, dificuldade para se levantar. Diagnóstico: palpação ortopédica (teste de luxação em consultório) + raio-X para avaliar alinhamento e grau de deformidade. Tratamento: graus I–II podem ser manejados com controle de peso e fisioterapia; graus III–IV indicam correção cirúrgica (sulcoplastia troclear + transposição da crista tibial).

Ruptura do ligamento cruzado cranial

A causa mais frequente de claudicação e artrose do joelho em cães. O ligamento cruzado cranial estabiliza o joelho e impede o deslocamento anterior da tíbia — quando rompe, o joelho fica instável, doloroso e desenvolve artrose progressiva. A ruptura pode ser traumática (aguda, durante atividade intensa) ou degenerativa (crônica, por deterioração progressiva do ligamento). Raças com maior predisposição incluem Rottweiler, Labrador, Golden Retriever, Chow Chow e Dogue Alemão.

Sinais: claudicação aguda (o pet para de apoiar a pata de repente) ou claudicação crônica que piora com exercício. Joelho inchado, dor ao flexionar, atrofia muscular na coxa. Diagnóstico: teste de gaveta (instabilidade articular à palpação) + raio-X do joelho. Tratamento: cirúrgico na maioria dos casos — técnicas como TPLO (osteotomia de nivelamento do platô tibial), TTA (avanço da tuberosidade tibial) ou estabilização extracapsular, conforme porte do cão.

Fraturas ósseas

Ruptura na continuidade do osso, causada por trauma (atropelamento, queda, briga, projétil). Cerca de 80% das fraturas em cães são causadas por atropelamentos, e o fêmur é o osso mais afetado — responde por mais de 40% dos casos —, seguido de tíbia e rádio/ulna. Cães de raças miniatura (Pinscher, Chihuahua, Yorkshire) têm fragilidade óssea que torna quedas de pouca altura suficientes para causar fratura.

Sinais: dor aguda, membro suspenso (não apoia), inchaço, crepitação ao toque, deformidade visível em fraturas expostas. Diagnóstico: raio-X em pelo menos duas projeções. Tratamento: quase sempre cirúrgico — osteossíntese com placa e parafusos, pinos intramedulares ou fixador externo, dependendo do tipo de fratura, osso e porte do animal. Reabilitação pós-operatória com restrição de atividade e fisioterapia.

Doença do disco intervertebral (hérnia de disco)

Degeneração e deslocamento do disco intervertebral com compressão da medula espinhal. É a causa mais comum de dor na coluna em cães. Tem forte predisposição em raças condrodistróficas — Dachshund, Beagle, Shih Tzu, Lhasa Apso, Cocker Spaniel, Buldogue Francês e Pequinês — que apresentam mineralização precoce dos discos. Pode acometer tanto a coluna cervical (pescoço) quanto a toracolombar (meio das costas). A extrusão aguda (Hansen tipo I) é a forma mais grave e pode causar paralisia em horas.

Sinais: dor na coluna (costas arqueadas, choro ao ser pego no colo, pescoço rígido), fraqueza nos membros traseiros, tropeços, arrastar das patas, incontinência urinária nos casos graves. Diagnóstico: exame neurológico, raio-X da coluna, tomografia ou ressonância magnética para localizar a compressão. Tratamento: conservador (repouso absoluto + analgesia + anti-inflamatório) em casos leves ou cirúrgico (hemilaminectomia) em casos com déficit neurológico.

Artrose (doença articular degenerativa)

Degeneração progressiva da cartilagem articular que causa dor, rigidez e perda de mobilidade. Pode ser primária (pelo desgaste natural com a idade) ou secundária (consequência de displasia, luxação patelar, ruptura de ligamento cruzado ou fratura articular mal consolidada). Estima-se que 1 em cada 5 cães adultos e a maioria dos cães idosos de raças grandes tenham algum grau de artrose. Em gatos, a artrose acomete mais de 60% dos felinos acima de 6 anos, mas é subdiagnosticada porque o gato esconde dor.

Sinais: rigidez ao levantar, claudicação que piora com frio e melhora com atividade leve, relutância para pular, diminuição de atividade, atrofia muscular. Em gatos: deixa de pular em superfícies altas, para de usar o arranhador, erra saltos. Diagnóstico: raio-X articular (osteófitos, estreitamento do espaço articular). Tratamento: multimodal — controle de peso, condroprotetores, anti-inflamatórios, fisioterapia, laserterapia. A artrose não tem cura, mas o manejo adequado preserva mobilidade e conforto.

Como diagnosticamos

Exames ortopédicos feitos no próprio endereço.

Diagnóstico ortopédico correto depende de exame físico detalhado associado a imagem. Na Propet, o raio-X digital com laudo é feito na clínica — sem deslocar o pet com dor para outro endereço.

Avaliação clínica

Exame ortopédico e neurológico

A avaliação começa com o exame físico detalhado — palpação de articulações, teste de amplitude de movimento, teste de gaveta (joelho), teste de Ortolani (quadril), avaliação de reflexos espinhais e propriocepção. É o exame que define a suspeita clínica e direciona os exames complementares. Feito no consultório, sem sedação na maioria dos casos. Em pacientes com dor intensa, pode ser necessária sedação leve para avaliação completa.

Quando indicar: claudicação, dificuldade para caminhar, dor ao toque, inchaço em membro, pós-trauma (atropelamento, queda), fraqueza em patas traseiras, mudança de postura.

Diagnóstico por imagem

Raio-X digital com laudo

O raio-X é o exame de primeira linha na ortopedia — identifica fraturas, luxações, displasias, artrose, alterações vertebrais e tumores ósseos. Na Propet, o raio-X é digital (imagem instantânea, alta resolução) com laudo emitido na própria clínica. As projeções ortopédicas padronizadas (ventrodorsal para quadril, laterolateral e craniocaudal para joelho) permitem classificar displasias, graduar artrose e planejar cirurgias. Sem necessidade de deslocar o pet.

Quando indicar: suspeita de fratura, avaliação de displasia coxofemoral, luxação patelar grau III/IV, pré-cirúrgico ortopédico, claudicação crônica, dor na coluna, pet idoso com rigidez.

Avaliação complementar

Ultrassom abdominal e musculoesquelético

O ultrassom complementa o raio-X em casos selecionados — avalia tecidos moles (tendões, ligamentos, massas musculares), líquido articular e estruturas abdominais quando há suspeita de trauma sistêmico (atropelamento com possível lesão de órgãos). Feito com hora marcada na própria clínica, por ultrassonografista da equipe.

Quando indicar: pós-trauma (atropelamento) com suspeita de lesão abdominal concomitante, avaliação de tendão e ligamento, massa em tecidos moles, efusão articular.

Avaliação pré-operatória

Hemograma e perfil bioquímico pré-cirúrgico

Todo procedimento cirúrgico ortopédico (osteossíntese, correção de luxação, estabilização de joelho) exige avaliação laboratorial prévia. O hemograma identifica anemia, infecção e alterações de coagulação. A bioquímica (função renal e hepática) confirma que o paciente metaboliza anestésicos e anti-inflamatórios com segurança. Coleta feita na própria clínica.

Quando indicar: pré-cirúrgico ortopédico, pet idoso antes de sedação para raio-X de displasia, politraumatizado (atropelamento), pet com dor crônica em uso prolongado de anti-inflamatórios.

Seu cachorro está mancando, não apoia a pata ou tem dificuldade para levantar?
Dor musculoesquelética tratada cedo preserva articulação e qualidade de vida.

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Por que escolher a Propet

Ortopedia integrada — raio-X, cirurgia, internação e reabilitação em um endereço só.

01

Raio-X digital com laudo no próprio endereço

Imagem instantânea, alta resolução, laudo no mesmo dia. Pet com dor não precisa ser deslocado para outro endereço para fazer exame de imagem.

02

Bloco cirúrgico próprio para cirurgia ortopédica

Osteossíntese de fraturas, correção de luxação patelar, estabilização de joelho e cirurgias de coluna realizadas no bloco cirúrgico da clínica, com monitoramento anestésico completo.

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Internação climatizada pós-operatória

Pet operado fica em internação com controle de temperatura, analgesia contínua e monitoramento da equipe até a alta — sem precisar ir para outro endereço no pós-cirúrgico imediato.

04

Integração com laserterapia e ozonioterapia

Pós-operatório e dor crônica articular contam com medicinas integrativas — laserterapia para controle de dor e inflamação, ozonioterapia para articulações. Tudo no mesmo endereço.

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Acompanhamento de longo prazo

Displasia, artrose e pós-operatório ortopédico exigem acompanhamento contínuo — raio-X de controle, ajuste de analgesia, orientação de manejo domiciliar, controle de peso com a nutrição.

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5,0★ no Google · 170+ avaliações

Referência regional em medicina veterinária em Betim, Contagem, BH e região metropolitana.

Quem atende

Equipe veterinária responsável pelo cuidado ortopédico do seu pet.

TF
LS

Dr. Thiago Freitas Ferreira (CRMV-MG 24669) e Dr. Luciano Saraiva Gonçalves (CRMV-MG 9915)

Sócios da Clínica Propet, formados pela PUC Minas — campus Betim. Conduzem o atendimento clínico geral e cirúrgico, e contam com profissional com formação em ortopedia e cirurgia veterinária integrando a equipe para condução de casos ortopédicos, planejamento cirúrgico e acompanhamento pós-operatório.

+ Equipe com profissionais pós-graduados em cardiologia, dermatologia, oftalmologia, oncologia e demais áreas.
Dúvidas frequentes

Perguntas sobre ortopedia veterinária.

Meu cachorro está mancando. Preciso levar ao veterinário?

Sim. Claudicação em cão ou gato sempre merece avaliação veterinária — mesmo que o pet continue comendo e brincando. Mancar pode indicar desde um problema simples (espinho no coxim, unha encravada) até condições mais sérias como fratura, ruptura de ligamento cruzado, luxação patelar ou tumor ósseo. Se a claudicação durar mais de 24 a 48 horas, se o pet não apoiar a pata no chão ou se houver inchaço visível, a avaliação deve ser imediata. O diagnóstico começa com exame ortopédico e, quando indicado, raio-X — ambos feitos na Clínica Propet no mesmo dia.

O que é displasia coxofemoral e quais raças têm mais risco?

Displasia coxofemoral é uma doença de origem genética em que o encaixe entre a cabeça do fêmur e a cavidade do quadril (acetábulo) não se desenvolve corretamente. Isso causa instabilidade articular, dor, inflamação e artrose progressiva. Afeta principalmente cães de raças grandes e gigantes — Pastor Alemão (prevalência estimada de até 35%), Labrador, Golden Retriever, Rottweiler e São Bernardo são as mais acometidas. O diagnóstico é feito por raio-X com posicionamento padronizado. O tratamento pode ser conservador (controle de peso, fisioterapia, analgesia) ou cirúrgico, dependendo do grau e da idade do pet.

Luxação de patela no cachorro precisa de cirurgia?

Depende do grau. A luxação patelar é classificada em 4 graus. Nos graus I e II, com claudicação leve e intermitente, o tratamento conservador (controle de peso, fortalecimento muscular, condroprotetores) pode ser suficiente. Nos graus III e IV — onde a patela fica permanentemente fora do sulco e a claudicação é constante —, a cirurgia é indicada para corrigir o alinhamento e prevenir artrose. A cirurgia envolve aprofundar o sulco troclear e reposicionar a crista tibial. Raças pequenas como Yorkshire, Poodle, Shih Tzu e Lhasa Apso são as mais acometidas.

Cachorro que rompeu ligamento cruzado precisa operar?

Na maioria dos casos, sim. A ruptura do ligamento cruzado cranial causa instabilidade do joelho que, sem tratamento cirúrgico, leva a artrose progressiva e perda de função. Em cães de porte médio e grande, a cirurgia é quase sempre indicada — técnicas como a TPLO (osteotomia de nivelamento do platô tibial) e a TTA (avanço da tuberosidade tibial) estabilizam o joelho modificando sua biomecânica. Em cães de porte pequeno, a estabilização extracapsular pode ser eficaz. O tratamento conservador (repouso + anti-inflamatório) é reservado para casos muito específicos e raramente resolve de forma definitiva.

Meu cachorro foi atropelado. O que faço?

Leve ao veterinário imediatamente, sem tentar manipular o membro machucado. Atropelamento pode causar fraturas, luxações, hemorragia interna, ruptura de órgãos e pneumotórax — lesões que não são todas visíveis externamente. Na chegada à clínica, o pet é estabilizado (controle de dor, fluidoterapia, avaliação cardiovascular), e só depois são feitos os exames de imagem. O raio-X identifica fraturas e lesões torácicas, e o ultrassom avalia possível hemorragia abdominal. Na Propet, raio-X digital e ultrassom são feitos no próprio endereço, sem precisar deslocar o pet estabilizado para outro lugar.

Hérnia de disco em cachorro é grave?

Pode ser. A gravidade da hérnia de disco depende do grau de compressão da medula espinhal. Em casos leves, o pet sente dor na coluna (costas arqueadas, choro ao ser pego no colo) e pode ser tratado com repouso absoluto e medicação. Em casos moderados a graves, surgem fraqueza nos membros traseiros, tropeços, dificuldade para caminhar e, nos casos mais severos, paralisia e perda do controle urinário — que exigem cirurgia de descompressão com urgência. Raças condrodistróficas (Dachshund, Beagle, Shih Tzu, Buldogue Francês) têm predisposição genética.

Cachorro idoso com dificuldade para levantar pode ser artrose?

Sim, essa é uma das apresentações mais frequentes de artrose em cães idosos. A artrose causa rigidez articular que piora após períodos de repouso e melhora depois de alguns minutos de atividade. É mais comum em cães de raças grandes com histórico de displasia, ruptura de ligamento cruzado ou luxação patelar. O diagnóstico é feito por raio-X. A artrose não tem cura, mas o manejo multimodal — controle de peso, anti-inflamatórios, condroprotetores, fisioterapia e laserterapia — preserva mobilidade e reduz dor significativamente.

Gato também tem problema ortopédico?

Sim, e frequentemente é subdiagnosticado. Gatos raramente mancam de forma evidente — em vez disso, param de pular, param de usar o arranhador, erram saltos, dormem mais e diminuem a atividade. A artrose acomete mais de 60% dos gatos acima de 6 anos, mas a maioria não é diagnosticada porque o tutor interpreta a diminuição de atividade como comportamento normal da idade. Fraturas por queda de janela e luxações também ocorrem. Se o gato mudou hábitos — como deixar de subir em lugares altos ou usar a caixa sanitária com dificuldade —, vale uma avaliação ortopédica.

O raio-X da Propet é feito na hora?

Sim. A Clínica Propet tem raio-X digital no próprio endereço, com imagem instantânea e laudo emitido no mesmo dia. O raio-X digital tem resolução superior ao analógico, permite ajuste de contraste e brilho sem repetir a exposição (menos sedação para o pet) e gera imagens que podem ser comparadas digitalmente em retornos futuros. Para exames ortopédicos — avaliação de fratura, displasia, luxação patelar ou coluna —, o laudo orienta a conduta no mesmo atendimento, sem espera.

Onde estamos

Clínica Propet — Betim/MG

Av. Edmeia Matos Lazzarotti, 3291 — Ingá. Estacionamento ao redor, fácil acesso pra Contagem, BH e região.

Atendimento ortopédico

Agende com a equipe.

Resposta no WhatsApp dentro do horário de atendimento — quem responde é equipe da própria clínica, não chatbot.

Seg–sex
8h às 20h
Sábado
8h às 13h
Domingo
Plantão por contato
Endereço
Av. Edmeia Matos Lazzarotti, 3291
Ingá · Betim/MG · CEP 32604-555