Pneumologia veterinária · Betim/MG

Pneumologia veterinária em Betim — doenças respiratórias em cães e gatos diagnosticadas e tratadas no mesmo endereço.

Diagnóstico e tratamento de colapso de traqueia, bronquite crônica, asma felina, pneumonia, síndrome braquicefálica, traqueobronquite infecciosa e efusão pleural em cães e gatos. Raio-X digital com laudo, oxigenoterapia e internação com suporte respiratório no próprio endereço em Betim, Contagem, BH e região.

★★★★★ 5,0 no Google · 170+ avaliações 📍 Av. Edmeia Matos Lazzarotti, 3291 — Ingá, Betim/MG
Consulta veterinária de pneumologia com cão no consultório da Clínica Propet em Betim/MG
Diagnóstico respiratório integrado Raio-X digital · Oxigenoterapia · Nebulização · Internação Cães · Gatos · Braquicefálicos · Exóticos
O que é

Pneumologia veterinária: a especialidade que cuida do sistema respiratório do seu pet.

A pneumologia veterinária é a especialidade que diagnostica e trata doenças das vias aéreas e dos pulmões em cães, gatos e outras espécies. Abrange desde condições crônicas que comprometem a qualidade de vida ao longo de anos (colapso de traqueia, bronquite crônica, asma felina) até emergências que exigem suporte imediato (pneumonia grave, edema pulmonar, obstrução respiratória). A tosse é o sinal mais frequente que leva o tutor a procurar ajuda — mas nem toda tosse significa a mesma coisa, e o diagnóstico correto depende de avaliação clínica, imagem e, em alguns casos, exames laboratoriais específicos.

As condições respiratórias mais frequentes na rotina clínica são o colapso de traqueia — muito prevalente em raças pequenas como Yorkshire, Poodle, Lulu da Pomerânia, Maltês e Chihuahua —, a síndrome braquicefálica (obstrução respiratória em Buldogue, Pug, Shih Tzu e raças de focinho curto, com estenose de narinas presente em até 85% dos cães braquicefálicos), a bronquite crônica canina, a asma felina (prevalência de 1–5% em gatos), a traqueobronquite infecciosa canina (tosse dos canis), a pneumonia (bacteriana, aspirativa ou viral) e a efusão pleural (derrame no tórax).

Na Clínica Propet, em Betim/MG, a pneumologia integra o diagnóstico por imagem, o laboratório, a oxigenoterapia e a internação no mesmo endereço. O raio-X digital de tórax com laudo é feito na própria clínica — sem deslocar o pet com dificuldade respiratória para outro lugar. Quando o caso exige suporte intensivo (oxigenoterapia, nebulização, fluidoterapia), a internação climatizada oferece monitoramento contínuo. E quando a doença respiratória está associada a condição cardíaca (edema pulmonar por insuficiência cardíaca) ou alérgica (dermatite atópica com componente respiratório), o encaminhamento integrado com cardiologia e dermatologia acontece na mesma estrutura.

Importante: dificuldade respiratória pode ser emergência. Se o pet respira com a boca aberta (especialmente gatos), faz esforço visível para respirar, apresenta mucosas azuladas (cianose) ou colapsa, procure atendimento veterinário imediatamente. Esta página é informativa — se observar qualquer sinal abaixo no seu pet, agende consulta.

Quando suspeitar

Sinais que podem indicar doença respiratória no seu pet.

Tosse, espirro e respiração alterada nem sempre significam resfriado — podem indicar desde alergia até doença cardíaca. A avaliação clínica com raio-X de tórax é o que diferencia uma condição da outra.

Doenças mais comuns

As 6 condições respiratórias que mais diagnosticamos na clínica.

Doença respiratória tem tratamento — crônica ou aguda. O diagnóstico diferencial é essencial porque tosse e dificuldade para respirar podem ter causas completamente diferentes.

Colapso de traqueia

Doença degenerativa em que os anéis cartilaginosos da traqueia perdem rigidez e colapsam, estreitando a passagem de ar. Tem forte predisposição em raças pequenas — Yorkshire, Poodle Toy, Lulu da Pomerânia, Maltês, Chihuahua e Lhasa Apso. A obesidade é o principal fator agravante. Os sinais geralmente aparecem em cães de meia-idade a idosos, embora possam surgir antes de 1 ano de idade em casos severos.

Sinais: tosse seca em "grito de ganso" (honk), piora com excitação, exercício, calor, puxar a guia ou beber água. Em casos avançados — cianose e síncope após crise de tosse. Diagnóstico: raio-X de tórax e cervical (durante inspiração e expiração), fluoroscopia quando disponível. Tratamento: controle de peso, antitussígenos, broncodilatadores, corticoides em crises, controle ambiental. Cirurgia (stent traqueal) reservada para casos graves e refratários.

Síndrome braquicefálica obstrutiva

Conjunto de alterações anatômicas que causam obstrução das vias aéreas superiores em raças de focinho curto — Buldogue Francês, Buldogue Inglês, Pug, Shih Tzu, Cavalier King Charles, Boston Terrier e Pequinês. As alterações primárias incluem estenose de narinas (presente em 42–85% dos braquicefálicos), palato mole alongado (em 86–100%), eversão de sáculos laríngeos e hipoplasia traqueal. A obstrução crônica pode levar a colapso laríngeo progressivo se não tratada.

Sinais: respiração ruidosa (ronco), estertor, intolerância ao exercício, intolerância ao calor (risco de hipertermia), cianose em esforço, síncope. Diagnóstico: exame físico (auscultação, avaliação de narinas), raio-X de tórax e cervical, endoscopia/laringoscopia sob sedação. Tratamento: correção cirúrgica das estenoses (rinoplastia, palatoplastia) é o tratamento definitivo e tem melhores resultados quando feita precocemente. Manejo clínico: controle de peso, evitar calor e esforço excessivos.

Bronquite crônica

Inflamação persistente dos brônquios com tosse crônica (presente por mais de 2 meses consecutivos) sem outra causa identificável. É mais frequente em cães de raças pequenas e de meia-idade a idosos — Poodle, Yorkshire, Chihuahua e Pequinês. A bronquite crônica não tratada leva a remodelamento das vias aéreas e bronquiectasia (dilatação permanente dos brônquios), com perda progressiva de função respiratória.

Sinais: tosse crônica (seca ou produtiva), piora com exercício ou exposição a poeira, fumaça e aerossóis, dispneia em crises de agudização. Diagnóstico: raio-X de tórax (padrão bronquial), lavado broncoalveolar quando indicado. Exclusão de insuficiência cardíaca (ecocardiograma) é obrigatória, porque tosse em cão idoso de raça pequena pode ser tanto bronquite quanto cardíaca. Tratamento: broncodilatadores, corticoides inalatórios ou sistêmicos, controle ambiental (sem fumaça, sem aerossóis), antitussígenos com cautela.

Asma felina

Doença inflamatória crônica das vias aéreas dos gatos, caracterizada por broncoconstrição reversível e inflamação eosinofílica. A prevalência estimada é de 1–5% dos gatos. Pode acometer gatos de qualquer idade, raça ou sexo, com possível predisposição em Siamês. Os gatilhos incluem alérgenos ambientais (poeira, aerossóis, fumaça de cigarro, areia sanitária perfumada, pólen) e estresse.

Sinais: tosse (seca ou produtiva), sibilos audíveis (chiado), respiração com esforço abdominal, respiração com boca aberta em crises severas. Postura típica: gato agachado com pescoço estendido e boca aberta. Diagnóstico: raio-X de tórax (padrão bronquial, hiperinflação pulmonar), hemograma (eosinofilia), lavado broncoalveolar. Tratamento: corticoides (inalatórios com spacer felino ou sistêmicos), broncodilatadores em crises, controle ambiental rigoroso (retirar gatilhos).

Pneumonia

Infecção e inflamação do parênquima pulmonar (tecido funcional do pulmão). Pode ser bacteriana (a mais comum na rotina), viral, aspirativa (por inalação de conteúdo gástrico), parasitária ou fúngica. A pneumonia aspirativa é frequente em braquicefálicos, pets com megaesôfago, filhotes com fenda palatina e pets em pós-anestésico. A pneumonia bacteriana secundária é complicação comum de traqueobronquite infecciosa não tratada, especialmente em filhotes.

Sinais: tosse produtiva, febre, prostração, inapetência, secreção nasal, respiração acelerada e com esforço, letargia. Em gatos, a tosse pode estar ausente — dispneia e prostração dominam o quadro. Diagnóstico: raio-X de tórax (padrão alveolar), hemograma (leucocitose), cultura bacteriana de lavado traqueal quando indicado. Tratamento: antibioticoterapia (baseada em cultura quando possível), fluidoterapia, nebulização, oxigenoterapia e internação em casos moderados a graves.

Traqueobronquite infecciosa canina (tosse dos canis)

Doença infecciosa altamente contagiosa das vias aéreas superiores de cães, causada por uma combinação de agentes — principalmente a bactéria Bordetella bronchiseptica e o vírus da parainfluenza canina. É uma das doenças infecciosas mais prevalentes em cães no mundo, com maior incidência nos meses frios e secos, e em ambientes com aglomeração (canis, creches, pet shops, hotéis). Cães vacinados podem apresentar a forma leve; cães não vacinados tendem a desenvolver a forma mais grave.

Sinais: tosse seca, alta e paroxística (em acessos), que surge 3–10 dias após contato com cães infectados. Engasgo, ânsia sem vômito e secreção nasal podem acompanhar. Em casos complicados (filhotes, idosos, imunossuprimidos), pode evoluir para pneumonia. Diagnóstico: clínico (histórico + sinais), raio-X de tórax em casos complicados. Prevenção: vacina contra Bordetella e parainfluenza (dose anual). Tratamento: antitussígenos, antibióticos quando há infecção secundária, repouso e isolamento de outros cães.

Como diagnosticamos

Exames respiratórios feitos no próprio endereço.

Tosse pode ser respiratória ou cardíaca. Dificuldade para respirar pode ser pulmonar ou pleural. O diagnóstico diferencial correto depende de imagem, auscultação e, quando necessário, exames laboratoriais — tudo feito na Propet.

Imagem pulmonar

Raio-X digital de tórax com laudo

O raio-X de tórax é o exame de primeira linha na pneumologia veterinária. Identifica padrão pulmonar (alveolar na pneumonia, bronquial na bronquite, intersticial em edema), avalia o tamanho e silhueta cardíaca (diferencia causa respiratória de cardíaca), identifica colapso de traqueia (em projeções inspiratória e expiratória), efusão pleural, massas torácicas e hiperinflação pulmonar (sugestiva de asma felina). Na Propet, o raio-X é digital — imagem instantânea, alta resolução, laudo no mesmo dia.

Quando indicar: tosse persistente (mais de 5 dias), dificuldade respiratória, febre com prostração, taquipneia, cianose, suspeita de trauma torácico, acompanhamento de pneumonia ou bronquite.

Avaliação clínica

Exame físico com auscultação pulmonar

A auscultação com estetoscópio identifica sons respiratórios anormais — crepitações (pneumonia, edema), sibilos (broncoconstrição na asma/bronquite), estridor (obstrução de via aérea superior), abafamento de sons (efusão pleural). O exame clínico avalia padrão respiratório, frequência, esforço, coloração de mucosas, temperatura e estado geral. É o ponto de partida que direciona todos os exames subsequentes.

Quando indicar: toda consulta de pneumologia. É obrigatório antes de qualquer exame complementar.

Avaliação sistêmica

Hemograma e perfil laboratorial

O hemograma identifica leucocitose (infecção bacteriana), eosinofilia (asma felina, parasitose pulmonar), anemia (associada a doenças crônicas). Testes específicos podem incluir sorologia para doenças infecciosas (FeLV/FIV em gatos com doença respiratória, cinomose em cães), gasometria em casos graves e cultura bacteriana de lavado traqueal quando a pneumonia não responde ao antibiótico inicial. Coleta feita na própria clínica.

Quando indicar: pneumonia, febre de origem indeterminada, tosse crônica em gato (descartar doenças infecciosas), pré-oxigenoterapia, monitoramento de tratamento.

Imagem complementar

Ultrassom torácico e abdominal

O ultrassom torácico complementa o raio-X na avaliação de efusão pleural (visualiza volume de líquido, permite guiar toracocentese), massas mediastínicas e consolidação pulmonar periférica. O ultrassom abdominal avalia órgãos quando há suspeita de doença sistêmica associada (neoplasia, doença hepática, doença cardíaca com congestão). Feito com hora marcada na própria clínica, por ultrassonografista da equipe.

Quando indicar: efusão pleural confirmada ou suspeitada no raio-X, massa torácica, trauma (avaliar concomitância abdominal), doença respiratória com causa sistêmica.

Seu pet está tossindo, respirando com dificuldade ou fazendo barulho ao respirar?
A causa da tosse pode variar — mas o diagnóstico correto começa com uma consulta.

Equipe da própria clínica responde no WhatsApp em minutos, dentro do horário de atendimento.

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Por que escolher a Propet

Pneumologia integrada — raio-X, oxigenoterapia, internação e suporte respiratório em um endereço só.

Raio-X digital de tórax com laudo no próprio endereço

Imagem instantânea, alta resolução, laudo no mesmo dia. Pet com dificuldade respiratória não precisa ser deslocado para outro endereço para fazer exame de imagem.

Oxigenoterapia e nebulização na internação

Pet em crise respiratória recebe suporte com oxigênio suplementar e nebulização com medicação no próprio endereço. Internação climatizada com monitoramento contínuo.

Diferencial cardíaco x respiratório

Tosse em cão idoso pode ser bronquite ou insuficiência cardíaca — diagnósticos com tratamentos opostos. Na Propet, raio-X de tórax e avaliação cardiológica são feitos na mesma estrutura, sem perder tempo com diagnóstico errado.

Integração com cardiologia e dermatologia

Edema pulmonar exige cardiologista. Doença alérgica com componente respiratório exige dermatologista. Encaminhamento integrado, sem refazer histórico em outra clínica.

Acompanhamento de crônicos respiratórios

Colapso de traqueia, bronquite crônica e asma felina são doenças para a vida toda. Retornos periódicos com raio-X de controle, ajuste de medicação e orientação de manejo ambiental.

5,0★ no Google · 170+ avaliações

Referência regional em medicina veterinária em Betim, Contagem, BH e região metropolitana.

Quem atende

Equipe veterinária responsável pelo cuidado respiratório do seu pet.

Dr. Thiago Freitas Ferreira (CRMV-MG 24669) e Dr. Luciano Saraiva Gonçalves (CRMV-MG 9915)

Sócios da Clínica Propet, formados pela PUC Minas — campus Betim. Conduzem o atendimento clínico geral e cirúrgico, e contam com profissional com formação em clínica médica e pneumologia veterinária integrando a equipe para condução de casos respiratórios crônicos, diagnóstico diferencial e acompanhamento de longo prazo.

+ Equipe com profissionais pós-graduados em cardiologia, dermatologia, oftalmologia, ortopedia e demais áreas.
Dúvidas frequentes

Perguntas sobre pneumologia veterinária.

Meu cachorro faz um barulho como "grito de ganso" ao tossir. O que pode ser?

Esse som é muito característico de colapso de traqueia, uma doença em que os anéis cartilaginosos da traqueia perdem rigidez e colapsam durante a respiração, estreitando a passagem de ar. É mais comum em cães de raças pequenas — Yorkshire, Poodle, Lulu da Pomerânia, Maltês e Chihuahua — e em animais de meia-idade a idosos. A tosse piora com excitação, exercício, calor e ao puxar a guia. A obesidade é o principal fator agravante. O diagnóstico é feito por raio-X de tórax e cervical. O tratamento inclui controle de peso, medicação para controle de tosse e broncodilatadores — cirurgia com stent é reservada para casos graves.

Buldogue e Pug que roncam muito precisam de tratamento?

Depende da intensidade. Raças braquicefálicas (Buldogue Francês, Buldogue Inglês, Pug, Shih Tzu) naturalmente produzem mais ruído respiratório por causa da conformação do crânio. O problema surge quando o ronco é acompanhado de esforço para respirar, intolerância ao exercício, cianose (língua azulada), engasgos ao comer ou dormir e risco de hipertermia (superaquecimento). Nesse caso, o diagnóstico é síndrome braquicefálica obstrutiva, que inclui estenose de narinas, palato mole alongado e, em alguns casos, colapso de laringe. A correção cirúrgica (rinoplastia e palatoplastia) melhora significativamente a qualidade de vida e tem melhores resultados quando feita precocemente.

Gato pode ter asma?

Sim. A asma felina é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas que afeta entre 1% e 5% dos gatos. É causada por reação alérgica a partículas ambientais — poeira, aerossóis, fumaça de cigarro, areia sanitária perfumada, pólen. Os sinais incluem tosse, sibilos (chiado), respiração com esforço e, em crises severas, respiração com boca aberta. O diagnóstico envolve raio-X de tórax e hemograma. O tratamento é com corticoides (inalatórios com spacer felino ou via oral) e broncodilatadores, além de controle ambiental — retirar os gatilhos identificados. A asma felina é controlável, mas não tem cura.

Tosse em cachorro idoso é sempre problema de pulmão?

Não. Tosse em cão idoso de raça pequena pode ser tanto de origem respiratória (bronquite crônica, colapso de traqueia) quanto de origem cardíaca (insuficiência cardíaca congestiva com edema pulmonar). Os sinais podem ser parecidos — tosse crônica, intolerância ao exercício, respiração acelerada — mas os tratamentos são completamente diferentes. A forma mais segura de diferenciar é com raio-X de tórax (avalia pulmão e silhueta cardíaca) e, quando indicado, ecocardiograma. Na Clínica Propet, ambos os exames são feitos no próprio endereço.

O que é tosse dos canis?

Tosse dos canis é o nome popular da traqueobronquite infecciosa canina, uma doença altamente contagiosa das vias aéreas superiores dos cães. É causada por uma combinação de agentes — principalmente a bactéria Bordetella bronchiseptica e o vírus da parainfluenza canina. O cão apresenta tosse seca e alta que surge 3 a 10 dias após contato com cães infectados (em creche, pet shop, hotel, passeio). Na maioria dos casos, é autolimitada em 1 a 2 semanas com tratamento de suporte. Em filhotes, idosos e imunossuprimidos, pode complicar para pneumonia. A prevenção é feita com vacina contra Bordetella e parainfluenza, com reforço anual.

Cachorro com pneumonia precisa ficar internado?

Depende da gravidade. Pneumonias leves, com o pet ainda se alimentando e sem dificuldade respiratória significativa, podem ser tratadas em casa com antibiótico, nebulização e repouso, desde que com retornos frequentes. Pneumonias moderadas a graves — com febre alta, prostração, inapetência, taquipneia ou cianose — exigem internação com oxigenoterapia, nebulização com medicação, fluidoterapia e antibioticoterapia intravenosa. Na Propet, a internação oferece oxigênio suplementar e monitoramento contínuo. O raio-X de controle é feito no próprio endereço para acompanhar a evolução.

Gato respirando com a boca aberta é emergência?

Sim, na grande maioria das vezes. Gatos saudáveis nunca respiram com a boca aberta em repouso — se isso está acontecendo, o gato está em desconforto respiratório significativo. As causas possíveis incluem asma felina em crise, efusão pleural (líquido no tórax), pneumonia, doença cardíaca com edema pulmonar, trauma torácico e obstrução de via aérea. A exceção é o gato que acabou de brincar intensamente ou está estressado no transporte, que pode abrir a boca por segundos. Se a respiração com boca aberta persiste por mais de 1 a 2 minutos em repouso, procure atendimento veterinário imediato.

Meu pet é braquicefálico. A cirurgia de narinas vale a pena?

Na maioria dos casos, sim — especialmente quando feita precocemente (antes de 1 a 2 anos). A rinoplastia (alargamento das narinas) e a palatoplastia (encurtamento do palato mole) são os procedimentos mais realizados na síndrome braquicefálica e melhoram significativamente o fluxo de ar, a tolerância ao exercício e a qualidade de vida. Quanto mais cedo a correção, menor o risco de alterações secundárias (eversão de sáculos laríngeos, colapso de laringe) que são mais difíceis de tratar. A decisão cirúrgica é tomada após avaliação clínica e, quando indicado, laringoscopia sob sedação.

A Propet faz raio-X de tórax na hora?

Sim. A Clínica Propet tem raio-X digital no próprio endereço, com imagem instantânea e laudo emitido no mesmo dia. O raio-X de tórax é o exame mais importante na avaliação de doenças respiratórias — diferencia pneumonia de bronquite, identifica colapso de traqueia, avalia silhueta cardíaca (descarta causa cardíaca da tosse), detecta efusão pleural e identifica massas torácicas. Para pets com dificuldade respiratória, não precisar se deslocar para outro endereço para fazer o exame faz diferença no conforto e na segurança do atendimento.

Atendimento pneumológico

Onde nos encontrar em Betim/MG.

Clínica Propet — Medicina Veterinária Especializada
Av. Edmeia Matos Lazzarotti, 3291 — Ingá
Betim/MG — CEP 32604-555
  • WhatsApp (31) 99407-5198
  • Atendimento Segunda a sexta, 8h–18h · Sábado, 8h–12h
  • Região Betim · Contagem · BH · Igarapé · Juatuba · Sarzedo · Mateus Leme
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